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A mostrar mensagens com a etiqueta gastronomia

Aletria muito mais consistente

Aletria – nova experiência de confeção Diminuição da quantidade de leite, e os ovos batidos inteiros Aletria - nova experiência No vídeo que hoje publicámos no canal NetBila do YouTube , apresentam-se imagens do resultado de uma nova experiência, no sentido de aprimorar a receita da aletria, para que se obtenha uma textura ainda mais consistente, alterando-se dois dos ingredientes nas suas quantidades: o leite e os ovos. Aletria – nova experiência Diminuição da quantidade de leite, e os ovos batidos inteiros Apresentámos em vídeo anterior uma receita para confeção de aletria – uma aletria de textura consistente, como lhe chamámos. Hoje, fazendo uma nova experiência, no sentido de aprimorar mais ou menos a mesma quantidade de aletria, para que se obtenha uma textura ainda mais consistente, alteraram-se dois dos ingredientes nas suas quantidades: o leite e os ovos. Deste modo, reduziu-se a quantidade de leite, igualando-se à quantidade de água; e os ovos, em vez de se utilizarem apenas

Feira do Fumeiro de Montalegre 2023 (Vídeo)

XXXII Feira do Fumeiro de Montalegre em 20 de janeiro de 2023 Deu-se importância neste vídeo à feira propriamente dita, mas também à animação permanente levada a efeito por grupos musicais locais, com a entusiástica participação de muitos visitantes! Vejam o vídeo até ao fim, e constatarão isso mesmo! Vídeo que mostra alguns aspetos da XXXII Feira do Fumeiro e Presunto de Barroso, em Montalegre, na tarde de sexta-feira, dia 20 de janeiro de 2023. À Feira do fumeiro e a uma grande variedade de outros produtos regionais do concelho de Montalegre, juntaram-se os grupos musicais populares e a grande alegria dos transmontanos! Não faltam as chouriças e salpicões, o presunto e as alheiras, e outras carnes de porco fumadas. Neste caso, sendo as carnes fumadas, devem ser devidamente hidratadas (entre 12 a 24 horas), ao mesmo tempo dessalinizando-se, de modo a manterem-se com uma suave textura, quando cozidas, o que nem sempre acontece, principalmente em dias de muita afluência aos restaurantes

Aletria com vinho tratado

Aletria de textura consistente, acompanhada de vinho tratado ou vinho do Porto A aletria é um doce normalmente degustado em sobremesas de almoços e jantares festivos. O objetivo desta receita é alcançar uma massa de aletria relativamente consistente, saboreando-se com vinho tratado, ou vinho do Porto, como queiram chamar-lhe, num momento descontraído e fora de quaisquer festividades. O vinho tratado que se juntou à degustação desta aletria foi gentilmente oferecido por conterrâneo amigo, e é originário das vinhas das encostas da margem direita do rio Douro, concretamente no Douro Superior, no lugar da Senhora da Ribeira, Carrazeda de Ansiães. Vou então dar nota da receita da aletria com uma boa consistência, de modo a poder comer-se às fatias. Coloca-se a massa de aletria dentro de um pouco de água, deixando-se ferver por poucos minutos, mais ou menos sete minutos. Junta-se açúcar a gosto e casca de limão. Adiciona-se uma quantidade de leite, que será o dobro da quantidade de água, dei

Marmelada e Geleia Caseiras

Confeção de marmelada caseira, aproveitando-se os caroços para um pouco de geleia Processo de fabrico, tendo em atenção o uso não exagerado de açúcar, extraindo-se assim o gosto ácido do marmelo, originando uma marmelada rica em sabor, e não enjoativa.

Sabores transmontanos e durienses

Imagens e sabores transmontanos e durienses: laranjas de inverno e uma das receitas para confeção de aletria, uma sobremesa doce que se come em dias festivos.

Feiras de fumeiro, em Trás-os-Montes

Já não falta muito para os grandes eventos das feiras de fumeiro Já não falta muito, para que as feiras de fumeiro estejam a ser faladas e badaladas, não apenas em Trás-os-Montes, mas por todo o país, e também pela diáspora portuguesa que, através de pequenas empresas e pessoas de modo individual, levam para os locais estrangeiros onde trabalham e vivem as boas carnes de porco. As feiras de fumeiro são palco de enorme afluência das gentes transmontanas, mas também gentes de outras partes do país, aproveitando a animação que as caracteriza, e, claro está, para fazerem as suas compras: umas alheiras, umas linguiças e chouriças; salpicões e presunto, bem como o bom canelo fumado e a orelheira. Desde há uns bons anos a esta parte que as feiras de fumeiro transmontanas trazem consigo um forte incremento económico para a região, auxiliando sobretudo os pequenos produtores no escoamento dos seus produtos, que durante esta época, antes ainda da quadra natalícia, dão início à fase final de um a

Bacalhau assado com batatas a murro

A propósito de bacalhau assado com batatas a murro, e rimas que às vezes acontecem...

Magusto em S. Lourenço de Ribapinhão

  Magusto na Casa de Cultura A comissão de festas em honra de Santa Bárbara e S. Lourenço organizou e levou a efeito, no dia 5 de novembro de 2022, um magusto no Centro Social e Promoção Cultural e Desportiva de S. Lourenço de Ribapinhão. À festa, não faltaram as sardinhas, o pão de milho, a carne de porco, o bom vinho, o caldo verde, e, como não poderia deixar de ser, as castanhas.

Cozido à Portuguesa à Moda da Beira

Cozido à Portuguesa à Moda da Beira Enviado por Jorge Lage Publicação recuperada do NetBila, de 24 de março de 2009 Ingredientes (6 pessoas): 350 g de galinha; 500 g de carne de vaca; 1 chouriço pequeno; 1 pé de porco; 1 morcela; 200 g de presunto; 200 g de toucinho; 500 g de batata; 200 g de cenouras; 200 g de nabos; 250 g de arroz; água e sal a gosto. Confeção: Levam-se as carnes a cozer numa panela com água e uma pitada de sal (já há sal nas carnes). Logo que estejam cozidas, tiram-se da panela e deita-se no caldo a couve esfarrapada, as batatas, a cenoura e os nabos cortados aos quartos. De parte do caldo, faz-se o arroz no forno, que se serve enformado. E numa travessa colocam-se as carnes cortadas, com as batatas e as hortaliças à volta. Vamos provar com um bom tinto? Receita da Escola Profissional de Sernancelhe in As Delícias do Concelho de Sernancelhe (Adaptada por Jorge Lage)

Atividades do NetBila

Pão-de-ló e bolos de azeite

Pão-de-ló e bolos de azeite em bolachas São tão finos estes bolos de azeite, também designados popularmente por "bolos económicos", que se transformam em verdadeiras bolachas.

Massa de feijão

Entre factos, a gastronomia! Especial massa de feijão!

Foz-Tua e Castedo do Douro

Maravilhosa paisagem, numa das encostas mais belas do Douro A vista é maravilhosa, esta que se observa para o rio Douro, numa das encostas mais belas da região vinhateira, vislumbrando-se a aldeia de Foz-Tua. Apesar do fim de tarde e nebulosidade do céu, as cores do Alto Douro ali estão patentes, e a serenidade em harmonia com Santa Marinha e a sua capela, muito bem situada entre o Castedo e o rio! Palavras de simpatia e agradecimentos para essas duas aldeias – Foz-Tua e Castedo – são devidas neste momento, não apenas pela paisagem deslumbrante que entalham à sua volta e gratuitamente manifestam, mas também pela saborosíssima merenda com que nos presentearam, composta de, para além das especiais uvas de mesa, outros produtos regionais das redondezas, alguns ali enviados pelo Ilídio Monteiro, da padaria que gere, próxima à estação de caminho de ferro do Tua: pão de centeio, pão sovado e bolos económicos, iguarias simples, mas com particulares características de confeção e sabor, que sat

Falachas

Falachas Receita transcrita de "CASTANEA - uma dádiva dos deuses" de Jorge Lage 1 Kg de farinha de castanhas; 1 colher (concha de sopa) de farinha triga; Sal, açúcar, água e folhas de castanheiro. As castanhas devem ser picadas ou piladas (descascadas) e secas (endurecidas no forno ou desidratadas), sendo depois moídas em moinhos de água ou outros, com mós tradicionais de granito. A farinha deve ser passada por uma peneira, rejeitando-se a farinha mais grossa. A farinha é amassada, em água morna ou fria, e preparada, conforme a do milho, mas, sem levar fermento ou crescente, juntando-se-lhe de início à água, sal e açúcar a gosto. Mexe-se muito bem, ficando no tabuleiro ou tacho algum tempo "sem fintar". A massa deve ficar sobre o grosso, mas bem moldável. Depois, em cima da mesa ou tabuleiro, estendem-se as folhas de castanheiro em grupos de 3 ou 4, colocando, com uma colher de inox, a massa, em cima das folhas e espalma-se de forma circular. Nesta operação, deve te

Tarte de coco com leite e natas

Tarte de coco com leite condensado e natas A tarte representada pela foto neste pequeno artigo é de confeção rápida, muito conhecida, podendo ser alterada a sua receita nas quantidades. Sem adição de farinha, consiste na mistura de ovos em quantidade bastante, coco ralado e leite condensado e natas. A mistura deita-se numa fôrma forrada com massa folhada, indo ao forno a uma temperatura entre os 170 e 190 graus centígrados. Coze durante aproximadamente trinta minutos. Imagens em vídeo desta mesma tarte encontram-se inseridas no Canal YouTube do NetBila . Vídeo »»

Folares

Folares de Valpaços, Chaves e Mirandela por Jorge Lage Pelo país abaixo chamam-lhe bôlas-de-carne e nós, transmontanos, dizemos folares. Estamos convencidos que o nome «folar» lhe advém de ser mais um produto cerimonial para a Páscoa e para outros momentos festivos, como o cerimonial do 1.º de Maio e que quase se extinguiu na nossa região. Aliás, no que toca ao tempo pascal, como os israelitas tinham os pães ázimos pela Páscoa (passagem do Povo de Deus da escravidão do Egipto para a Terra Prometida), também nós temos pela Páscoa da Ressurreição o folar. Tal como as alheiras, o folar seria, no tempo da Inquisição, confecionado pelos judeus, em vez da nossa tradicional carne de porco do fumeiro, com carne de aves e de caça, disfarçando a fidelidade à religião judaica. Mas, queria referir que o folar ao longo do rio Rabaçal apresenta três variantes, pelo menos quanto ao aspecto. Em Mirandela e em algumas aldeias do sudeste de Valpaços, a massa leva uma quantidade maior de azeite, em vez d

Alho e água para condimentar o frango

Junte-se ao alho, água e salsa O alho, como principal ingrediente, coloca-se esmagado numa pequena malga, a que se junta um pouco de vinagre de cidra, uma reduzida porção de água, sal, pimenta e um pouco de piri-píri. Acrescente-se também um bom ramo de salsa, ripando-se bem fina. Misturem-se os ingredientes muito bem, com um garfo, por exemplo, obtendo-se assim uma pasta mais ou menos homogénea que vai servir para barrar, com o mesmo garfo, duas pernas de frango, enquanto estas assam lentamente na grelha.

Delicioso folar

Última porção e receita deste folar Antes mesmo de acabar com a última porção deste delicioso folar, amavelmente oferecido, eis que a sua receita chega por mensagem, incitando-me a fotografar o que resta da degustação. Transmito, de modo simples, a fórmula dos ingredientes que deram origem ao folar e o modo de o preparar. Um quilograma de farinha tipo 65, mais a quantidade de farinha suficiente para tender a massa; quarenta gramas de fermento de padeiro, derretido em um pouco de leite morno; um pacote de manteiga; azeite Almatolia ; dez ovos e sal. Depois de bem amassada a farinha com os ingredientes, deixa-se levedar durante uma hora, acrescentando, de seguida, salpicão da caluga, salpicão do cachaço e um pouco de toucinho, levedando mais uma vez, durante outra hora. Vai ao forno durante, sensivelmente, quarenta minutos.

Bolos Cerimoniais

Bolos Cerimoniais Alguns manjares do primeiro de maio por Jorge Lage No livro, «As Maias entre mitos e crenças», falamos de alguns manjares do primeiro de Maio. O «Bolo Finto», de Estremoz, receita de Luísa Conceição Ribeiro Valente e recolhida pela M.ª das Neves, é um bolo cerimonial do 1.º de Maio, que se come bem cedo, acompanhado de um copito de aguardente ou licor, antes do nascer do Sol, «para não entrar o burro», nas pessoas da casa e nos animais. Este bolo encanta-me e a minha filha acha-o uma delícia, por isso abasteço-me quando por lá passo. O negócio vende bem desde o Alto Alentejo até Beja e, em vez do tradicional bolo de meio quilo ou quilo, já se espalharam os bolos fintos miniaturas, do tamanho dos económicos transmontanos. Mas, ainda sonho comer um dia um bolo finto feito em casa particular, por exemplo em casa da Luísa Conceição, em Veiros. O «Bolo Finto», como o nome indica, fica a fintar longas

Rebuçados da Régua

Rebuçados da Régua - limão e mel  Rebuçados da Régua O limão e o mel fazem parte do "segredo" dos famosos rebuçados da Régua que se veem à venda na estação de comboios da Régua. As mulheres que os fabricam circulam pelo interior da estação e suas imediações com cestos pendurados no regaço transportando os doces rebuçados que vendem aos passeantes. Através de mãos ágeis, o limão e o mel são adicionados ao açúcar em ponto, vertendo-se esta mistura numa pedra de mármore, previamente untada com manteiga. Depois de fria a mistura, corta-se em pequenos pedaços e embrulham-se em papel branco.