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A mostrar mensagens com a etiqueta Vila Real

Marginal de Vila Real

Vista da Unidade de Saúde Familiar Nuno Grande para a marginal da cidade de Vila Real - Avenida Primeiro de Maio -, na manhã do dia 20 de dezembro de 2021.

Massa de feijão

Entre factos, a gastronomia! Especial massa de feijão!

Vila Real - Figuras Desaparecidas

Vila Real - Figuras Desaparecidas Duarte Carvalho Duarte Carvalho é o autor da publicação "Vila Real - Figuras Desaparecidas", editada pelo Museu do Som e da Imagem, que reúne um conjunto de fotografias, obtidas entre 1985 e 2013, mostrando e relembrando quarenta e nove figuras entretanto desaparecidas, mas que marcaram a vida da cidade de Vila Real. Como consta na referida publicação, "Duarte Carvalho nasceu em Vila Real, em dezembro de 1949, e fotografa regularmente desde 1973. Ao longo dos anos, expôs dezenas de vezes em Portugal e no estrangeiro. Tem diversas obras publicadas no âmbito da fotografia documental. Integra a equipa técnica do Museu do Som e da Imagem desde a sua fundação."

A Serra do Alvão

A Noroeste de Vila Real, situa-se a Serra do Alvão, onde se localiza o belíssimo Parque Natural do Alvão!

Despontar precoce da primavera

Bom prenúncio neste despontar precoce da primavera de 2021, em Vila Real, Trás-os-Montes!

S. Pedro, em Vila Real

Anualmente, a feira de S. Pedro, em Vila Real Feira dos Pucarinhos O artesanato, hoje encarado de algum modo como uma forma de arte, era em tempos idos uma resposta do homem rural às suas necessidades do dia a dia. Sendo o distrito de Vila Real uma área rural por excelência, o artesanato sempre aí se foi desenvolvendo sob as mais diversas formas e técnicas, mantendo-se ainda hoje vivo na região, apesar de, tal como em outras zonas do país e por diversos motivos, atravessar a maior crise de sempre.  Em Vila Real, algumas formas de artesanato tradicional continuam a marcar a sua presença; no entanto, outras mais modernas têm vindo a aparecer, inovadoras mas também apoiadas nas tradições. Em relação às primeiras é importante referir o barro preto de Bisalhães e os linhos de Agarez, duas aldeias pertencentes ao concelho de Vila Real, muito próximas da cidade. As peças de louça em barro e os tecidos de linho desde sempre assumiram o protagonismo da F

Linhos de Agarez

Artesanato: linhos de Agarez, Vila Real Tear Em tempos idos, uma boa parte das famílias e casas de lavradores da região tinham à sua disposição teares, essas máquinas interessantíssimas para tecer, naturalmente mais ou menos complexas de acordo com as posses financeiras, pois um tear era construído com sabedoria e habilidade, tarefa só ao alcance de alguns. O tear da foto não é um desses a que me refiro. É um tear de mesa, de dimensões mais reduzidas que os de Agarez, contudo, semelhante na complexidade, servindo igualmente para tecer peças mais pequenas. Encontra-se atualmente no ArteAzul’Atelier, em Vila Real, para aprimoramento da sua estrutura, com objetivos de investigação da arte de tecer e, eventualmente, realização de algumas obras. Linho Outros teares, ou pelo menos vestígios estarão ainda na posse de algumas famílias, em certas aldeias, como em Agarez, a mais representativa, mas também Mondrões e Couto de Adoufe, entre outras no concelho de Vila Real, onde algumas artesãs con

Olaria negra de Bisalhães

A olaria de Bisalhães é um dos ex-libris de Vila Real Olaria negra de Bisalhães A olaria de Bisalhães é um dos ex-libris de Vila Real, pela sua tradição secular que se prolonga até aos nossos dias.  O barro é picado até se desfazer em pó. As impurezas são removidas e a mistura com a água cria a matéria-prima. Em seguida, o oleiro dá-lhe forma na roda e, antes que a peça seque, desenham-se nela flores e outros ornatos. A cozedura faz-se num forno aberto no chão. Colocadas as peças, cobrem-se com rama de pinheiro verde, a que se ateia o fogo. O forno é abafado com caruma, musgo e terra, para que se não libertem fumos e seja obtida a cor negra característica.  Recomenda-se uma visita à aldeia, local onde um ou outro oleiro trabalha e se localizam os fornos, e aos postos de venda na Avenida da Noruega, em Vila Real, à saída para a autoestrada Porto-Bragança.

Praça de Nossa Senhora da Conceição, em Vila Real

Breve reflexo da praça de Nossa Senhora da Conceição, em Vila Real, ao fim da manhã do dia 28 de outubro de 2020!

Mateus, Vila Real

O Solar de Mateus É na freguesia de Mateus, concelho de Vila Real, onde existe um dos mais notáveis monumentos da aristocracia portuguesa – o Solar de Mateus – que deu o nome e ilustra o rótulo de uma das marcas de vinho mais conhecidas do mundo – o Mateus Rosé –, exportado para muitos países. É a empresa Sogrape a responsável pela comercialização destes vinhos de mesa, não tendo, hoje, o Mateus Rosé, nada a ver com o Palácio de Mateus. Portão de entrada para o Solar de Mateus No século XVIII, António Botelho Mourão, avô do morgado de Mateus, mandou construir O Palácio de Mateus. Atribui-se o projecto arquitetónico a Nicolau Nasoni, sendo a obra testemunho do período barroco em Portugal. O Solar de Mateus, ex-libris do distrito de Vila Real, é hoje uma fundação onde são realizadas várias actividades culturais. Situada a cinco quilómetros da cidade de Vila Real, a freguesia de Mateus sempre gozou de uma situação geográfica privilegiada. Atraídas pela fertilidade dos solos, algumas famí

Enterro do Bacalhau

Enterro do Bacalhau, tradição popular de Vila Real Costume de Vila Real, em tempos que já lá vão. Chico Costa, em Crónicas de Vila Real (1987), conta como era. Na noite de Sábado Aleluia saía o Enterro do Bacalhau. " À frente, um esquadrão de cavalaria, com terno de clarins, da tropa do Matadouro, abria o cortejo. Seguiam-se na sua máxima força as tropas do Cimo do Campo da Rua dos Ferreiros. Um bacalhau enorme, feito de cartão, enfiado num garoto, seguia escoltado pelos últimos militares... ". Havia também carrascos, juízes, advogados. E testemunhas: " As de acusação estavam a cargo dos criados dos talhos; as testemunhas de defesa eram marçanos das mercearias ". Passo de procissão, archotes, muito povo, " Um coro de carpideiras acaudatava o préstito ". Seguia-se o julgamento que redundava numa " hilariante paródia aos acontecimentos locais ". Finalmente, o bacalhau era enforcado, ouvindo-se versos humorísticos. Os merceeiros, por exemplo, cantav

Vinhos de Vila Real

Adega Cooperativa de Vila Real São produzidas uvas de alta qualidade na região que envolve a capital transmontana, principalmente na bacia hidrográfica do Baixo Corgo, uma das três sub-regiões do Alto Douro, em que o microclima particular, aliado às características favoráveis do solo xistoso, permite a realização de vinhos de excelência, resultado de uma cultura vitivinícola baseada na tradição. Penelas: aldeia do concelho de Vila Real, situada na margem esquerda do rio Corgo, pertencente à freguesia de Folhadela Do Grémio dos Vinicultores do concelho de Vila Real nasce, em 1955, a Adega Cooperativa de Vila Real, criada com o intuito de proteger os interesses dos seus associados, assegurar o escoamento da produção e sua comercialização, e consolidar a imagem dos vinhos produzidos no concelho. As três sub-regiões do Alto Douro Dando resposta à necessidade da sua modernização, a Adega Cooperativa de Vila Real dispõe, desde 1992, de novas instalações, incrementando assim desde essa altura

De Vila Real à Senhora da Saúde

Senhora da Saúde, Saudel, S. Lourenço, Sabrosa Chegada ao Santuário de Nossa Senhora da Saúde, em Saudel, S. Lourenço Pelo menos até aos anos sessenta do século XX, era habitual muitos dos habitantes da cidade de Vila Real e localidades próximas, dirigirem-se, a pé, até à Senhora da Saúde – Santuário de Nossa Senhora da Saúde –, em Saudel, freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão, concelho de Sabrosa. Por alturas da romaria em honra de Nossa Senhora da Saúde que se realizava e ainda se realiza nos dias 7, 8 e 9 de agosto, acorriam àquele santuário centenas de forasteiros que, normalmente, aí permaneciam durante os três dias em que decorriam as festividades. O caminho que percorriam as gentes de Vila Real começava em Mateus, seguia pela Raia, Lage, Mouçós, Pena de Amigo, Magarelos, Gache, Vilar de Celas e Saudel – pequena aldeia onde se situa o Santuário de Nossa Senhora da Saúde. Do mesmo modo, as gentes da freguesia de S. Lourenço, iam e vinham a Vila Real no mesmo dia, também a pé, per

Oleiro de Bisalhães

O Senhor Ramalho, oleiro de Bisalhães Foi em 1962 que fui para a estrada do Marão e já o meu pai lá tinha estado desde 1940, mais ou menos. Era um saltinho de Bisalhães até ali. Por volta de 1950, alcatroaram a estrada... Lá se ouve o barulho de um automóvel. Será que vai parar? Vinte ou trinta escudos era o que fazia num dia. Enquanto os meus filhos eram pequenos, a minha mulher vestia-os com qualquer trapo que comprava na feira. Quando cresceram, tive de arranjar emprego na Câmara. Era varredor, mas não gostava. Ao fim do dia, lá ia eu para o barraco que fiz ao pé da estrada. Aí tinha o forno, o barro e a roda. O pior era no Inverno: vinha o vento e muitas vezes partia-se a louça. E o frio? Muito lá rapei. E andei assim uns anitos. Depois fartei-me de varrer as ruas; o que eu gostava mesmo era fazer panelos. A "patroa" bem dizia: ó homem, um emprego é mais certo, e logo na Câmara. Não te metas em alhadas. Mas eu não quis saber e dediquei-me à arte a tempo inteiro. Dei um ar

Vila Real: o que se come

Pratos tradicionais e doces Vila Real tem como especialidades as sopas, a vitela e o cabrito assados com arroz de forno, as tripas aos molhos, os covilhetes, a posta maronesa, o joelho da porca, a bola de carne e diversos enchidos. O vila-realense teve sempre o gosto da boa mesa, adotando como suas algumas especialidades de outros locais, como os pratos de bacalhau, o cozido à portuguesa, os milhos, etc. Pitos de Santa Luzia No campo da pastelaria, o destaque vai para os pastéis de toucinho ou cristas de galo e os pastéis de Santa Clara, conventuais, as tigelinhas de laranja, os pitos de Santa Luzia, os cavacórios e bexigas, e os santórios. Destaque também para uma especialidade de confeitaria: as ganchas. Como principais industriais de pastelaria e salgados tradicionais, para além de alguns produtores particulares com grande fama local, refiram-se: Casa Lapão, Pastelaria Nova Pompeia, Pastelaria Gomes e Pastelaria Tosta Fina. Em matéria de vinhos, são de referir os vinhos do Douro (fi

Sobre o azulejo no distrito de Vila Real

"Notas sobre o azulejo no distrito de Vila Real" de Joaquim Barros Ferreira (...) Com a construção da linha de caminho de ferro do Douro, o comboio chega ao Pinhão, zona excelente do vinho do Porto. Ora a estação do Pinhão, na confluência do mesmo rio com o Douro, possui variadíssimos painéis de azulejos, um valioso museu dos costumes, transportes (rabelo e carro de bois), belas reproduções de vinhas e socalcos, quintas, aldeias, acompanhadas sempre da majestosa e imponente paisagem transmontana. Embora originada talvez do fim do século XVI, a modalidade de enxadrezado, também conhecida por azulejo de caixilho, vê-se na vila do Pinhão, na série de azul-branco e na estação de Moledo, na de verde e branco. De corrente posterior, apontam-se o friso de pendentes ao jeito romântico, na Casa da Misericórdia, rua dos Camilos, Régua e, na respectiva capela, onde se nota uma importante transposição de vitrais para os azulejos, no arco de meia volta e falsas impostas. Afigura-se também

Um minuto no Parque do Corgo

Um minuto no Parque do Corgo, em Vila Real, no fim de tarde do dia 17 06 2020.

A bicicleta do parque do Corgo

A bicicleta que percorreu o rio, do vazio do Universo até ao parque do Corgo! (história completa)

Vazio onde nasceu o rio do parque do Corgo

Percurso de uma bicicleta desde esse vazio até ao parque! Parque do Corgo: início da história de uma bicicleta lá estacionada

Uma bicicleta estacionada no parque do Corgo

Esta bicicleta não é uma qualquer! Vazio onde nasceu o rio do parque do Corgo