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A mostrar mensagens com a etiqueta Locais

O lago de Nossa Senhora da Saúde, em Saudel

Uma barca pairava na calmaria das águas do pequeno lago!

Rua do Concieiro, S. Lourenço, Sabrosa

Rua do Concieiro, S. Lourenço de Ribapinhão, concelho de Sabrosa, em 04 de março de 2022.

Igreja Paroquial de S. Lourenço de Ribapinhão

Igreja Paroquial de S. Lourenço!   S. Lourenço de Ribapinhão, concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, em 19 de fevereiro de 2022.

S. Lourenço - do Valmartins ao Coto

Do Valmartins ao Coto!   S. Lourenço de Ribapinhão, concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, em 17 de fevereiro de 2022.

S. Lourenço - singelos aspetos de uma linda aldeia

Do Arrabalde à rua do Valmartins! S. Lourenço de Ribapinhão, concelho de Sabrosa, distrito de Vila Real, em16 de fevereiro de 2022.

Lugar da Carvalhada e trilho “Nos passos de Torga”

Lugar da Carvalhada, na Delegada, freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão, avistando-se uma parte do trilho “Nos passos de Torga” nesta mesma freguesia, precisamente ao cimo daquele lugar.

Nossa Senhora da Saúde

Santuário de Nossa Senhora da Saúde Saudel, freguesia de S. Lourenço, concelho de Sabrosa 08 de fevereiro de 2022.

Capela de Nossa Senhora da Azinheira

Santuário de Nossa Senhora da Azinheira, em S. Martinho de Anta

Foz-Tua e Castedo do Douro

Maravilhosa paisagem, numa das encostas mais belas do Douro A vista é maravilhosa, esta que se observa para o rio Douro, numa das encostas mais belas da região vinhateira, vislumbrando-se a aldeia de Foz-Tua. Apesar do fim de tarde e nebulosidade do céu, as cores do Alto Douro ali estão patentes, e a serenidade em harmonia com Santa Marinha e a sua capela, muito bem situada entre o Castedo e o rio! Palavras de simpatia e agradecimentos para essas duas aldeias – Foz-Tua e Castedo – são devidas neste momento, não apenas pela paisagem deslumbrante que entalham à sua volta e gratuitamente manifestam, mas também pela saborosíssima merenda com que nos presentearam, composta de, para além das especiais uvas de mesa, outros produtos regionais das redondezas, alguns ali enviados pelo Ilídio Monteiro, da padaria que gere, próxima à estação de caminho de ferro do Tua: pão de centeio, pão sovado e bolos económicos, iguarias simples, mas com particulares características de confeção e sabor, que sat

Furadouro

Praia do Furadouro, Ovar

S. Lourenço de Ribapinhão

S. Lourenço de Ribapinhão

Da Fontela às Queijatas

Vista da Fontela para as Queijatas, lugares de S. Lourenço de Ribapinhão, do concelho de Sabrosa.

Souto Maior

Souto Maior é uma linda aldeia transmontano-duriense do concelho de Sabrosa, situada entre a vila sede de concelho e a aldeia de S. Lourenço de Ribapinhão.

Zamora

Zamora, em 13 de junho de 2016

Ponte de Parada - Rio Pinhão

Entre as localidades de Parada do Pinhão, no concelho de Sabrosa, e Vilar de Maçada, no concelho de Alijó, a “Ponte de Parada” é um lugar lindíssimo, frequentado sobretudo durante o verão!

A Serra do Alvão

A Noroeste de Vila Real, situa-se a Serra do Alvão, onde se localiza o belíssimo Parque Natural do Alvão!

Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante

Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante in «Aveiro do Vouga ao Buçaco» Enviado por Jorge Lage (…) Foguetes em S. Gonçalo Há festa na beira-mar! As velhas cantam de galo… Nunca é tarde p’ra casar! (…) S. Gonçalo, meu Santinho, Como tu não há nenhum! Arranja-me um maridinho Para quebrar o jejum… (…) Meu santinho, desespero, Repara na minha idade! Por favor, eu também quero O que quer a mocidade (Amadeu de Sousa – poeta popular) (…) S. Gonçalo de Amarante, Casamenteiro das velhas, Por que não casais as novas? Que mal vos fizeram elas? (…) Hás-de saltar as fogueiras À noite no arraial, Dançar com velhas gaiteiras Uma dança divinal. (João Gaspar) Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante in «Aveiro do Vouga ao Buçaco», de Amaro Neves e outros. As festas e romarias fazem parte das festas cíclicas anuais e são precisas para a alma do povo como de pão para a boca. O povo tem remédio para tudo na Bíblia e nas tradições e saberes orais. Há santos, rezas, mezinhas e produtos do campo para tod

Vilar de Perdizes

Vilar de Perdizes: Congresso de medicina popular Vilar de Perdizes é uma aldeia da União de Freguesias Vilar de Perdizes e Meixide, do concelho de Montalegre, distrito de Vila Real, no norte de Trás-os-Montes, Portugal. A localidade de Vilar de Perdizes fica praticamente em cima da fronteira com Espanha, muito próxima das aldeias espanholas de Fideferre, Espiño e San Millao. O mistério, a bruxaria, o espiritismo e as mezinhas ou remédios caseiros são palavras associadas à cultura destes lugares de que Vilar de Perdizes é o centro, terra onde, todos os anos, no início de setembro, acontece o Congresso de Medicina Popular, cujo mentor é o Padre Fontes , amante e precursor da dinâmica da cultura popular da região onde nasceu. Começando dos costumes transmontanos e concretamente os da aldeia de Vilar de Perdizes e lugares circunvizinhos, o Padre Fontes, ao longo dos anos, conseguiu fazer ressurgir, praticamente do nada, tradições antigas que se mostram agora no Congresso e através de outro

As sardinheiras da Torre de Dona Chama

Torre de Dona Chama, concelho de Mirandela Jorge Lage Torre de Dona Chama, Mirandela As sardinheiras eram um grupo de pessoas pobres que, num Portugal rural e com muito pouca mão-de-obra assalariada, tentava conseguir o sustento para a sua casa e fintar a morte pela fome. Contudo, as lavradeiras pequenas e remediadas ao verem-lhe fazer negócio, lançavam para o ar o dito: «a sardinheira vende sardinha e come galinha». Inicio esta memória deste comércio móvel rural pela Torre de Dona Chama por ter conseguido os dados com facilidade. Ao arrolar a enumeração dos que se dedicavam à venda da sardinha cabeçuda, da escochuda ou escochada (sem cabeça) e do chicharro, à volta dos anos cinquenta, temos um rol de sardinheiras e sardinheiros: a Tia Lucília, o Ti Carlos Costa Polimenta, a Tia Maria Gucha, a Tia Marquinhas Guerra, o Ti Tavares e a Ti Maria Calhelhos.

Fisgas de Ermelo – Mondim de Basto

Eu sei duma "Maravilha", por Luís Jales de Oliveira Cascata das Fisgas de Ermelo - Mondim de Basto “Das Fisgas não falarei. A medonha realidade perderia nas palavras a telúrica dimensão. São quedas impressionantes de deixar cair as horas em divina contemplação. A um passo do abismo, direi da visão dantesca das entranhas dos infernos. Nas pias, ou nas piocas, nas piscinas naturais, direi da visão edénica dos esplendores do Paraíso. Perspectiva wagneriana, rente às nuvens de alabastro – perspectiva genesíaca, rente á vaporosa espuma das cataratas do Olo. Um brinco da Natureza! Quando Deus criou o mundo, era tudo muito bom. Nas Fisgas, cala-te boca, exagerou um bocadinho… Se eu dissesse, mas não digo, diria que o azul do Cabril é céu dos falcões peregrinos que fecundam o colo da brisa. E no centro da epopeia, o rude pastor dos penhascos transvestido de Moisés. Trezentas cabeças aos pés e nos olhos um soneto azul celeste. Só ele sabe dos mistérios, dos trilhos e das veredas, dos