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Cimo do Monte: ponto de situação do projeto das cagalhetas

Impasse e receios de Tchico e Nanico relacionados com o empreendimento do lugar do Cimo do Monte A figura mostra a preocupação da "patroa" do Ti Zé que, pela ausência das habituais reuniões citadas neste artigo, os volumes das azeitonas e chouriços, e o vinho, da pipa trazida da base do monte, não têm descido nos seus níveis de existências, pelo que o resultado financeiro da tasca tem sofrido um acentuado decréscimo.   Os receios de Tchico e Nanico, mentores de um certo projeto, tendo em vista a implementação de um empreendimento ligado à utilização das cagalhetas dos animais existentes no lugar do Cimo do Monte, com objetivos de transformação daquela matéria-prima em produtos capazes de melhorar e fortalecer terrenos agrícolas; receios esses com origem nos comportamentos de Ti Zé e de Toino, o primeiro ligado a dissertações sobre receitas modernistas de marmeladas, evitando-se os excessos dos açúcares, e o segundo relacionando-se a atitudes enigmáticas de influência aos anim

Governo do empreendimento das cagalhetas – Desconfianças

Projeto das cagalhetas – o mais propalado do lugar do Cimo do Monte Canal NetBila no YouTube Ainda o projeto das cagalhetas – o mais propalado do lugar do Cimo do Monte – não passou ao papel e já os fundadores do importantíssimo empreendimento esbarram em dificuldades de confiança, nomeadamente com a entrada de dois novos sócios: – um com teorias modernistas àcerca de novas formas de confeção da marmelada, – e outro, tanto quanto se conhece, tem, nos últimos tempos, procedido a comportamentos estranhos de influência aos currais da aldeia, servindo-se das debilidades culturais dos animais – cabras, ovelhas e carneiros, e outros ainda de maior porte. De modo que o impasse continua, tolhendo-se os passos de Tchico e Nanico, para a prossecução dos trabalhos necessários à dinamização do projeto, ainda com a memória da dissertação de Ti Zé àcerca das marmeladas e as novas formas de a confecionar, desconstruindo-se realidades culturais enraizadas; e também os mistérios cada vez mais intrincad

Personagens e animais do lugar do Cimo do Monte

Personagens e animais do lugar do Cimo do Monte envolvidos num determinado projeto que envolve a matéria-prima mais produzida na região:   cagalhetas Dentro de um espírito mais ou menos humorístico, fictício, evidentemente, tenho vindo a contar por episódios, digamos assim, uma estória que se passa no lugar do Cimo do Monte, como tive já ocasião de referir em textos neste blogue, e em vídeos no canal NetBila do YouTube . Projeto das cagalhetas do lugar do Cimo do Monte Os episódios da estória relatam facetas de alguns personagens, não apenas homens e mulheres do nosso tempo, mas também alguns animais que se relacionam com um tal empreendimento criado e a desenvolver na aldeia onde todos se conhecem, pelo menos aqueles cujas influências e “riquezas”, conseguem ditar os destinos da região onde se insere o lugar do Cimo do Monte. São atualmente três os sócios desse empreendimento, não tendo este passado ainda para o papel e, penso com quase toda a certeza que papéis e outros documentos nã

O projeto mais falado do lugar do Cimo do Monte

Finalmente o projeto das cagalhetas de Tchico, transmitido a Nanico Agora que ajudaram ao reco do Ti Zé, estando o serviço concluído, Tchico e Nanico, de novo reunidos nas já habituais segundas-feiras de madrugada, poderiam agora discutir a ideia do projeto que Tchico tinha em mente. Nanico ouvira já rumores sobre o assunto, mantendo-se expectante e algo apreensivo, pois sabe que Tchico tem ideias às vezes atravessadas. Antes ainda do assunto principal deste encontro, Tchico, que se julga um tipo esperto, e assim é considerado pelos seus conterrâneos, puxa a conversa da ajuda ao reco: que tudo correu bem, como esperado, e que os dois desempenharam um papel importante na amanhação do reco. Nanico recordou em breves palavras a primeira vez que, na adolescência, ajudou em empreitada semelhante, atirando-se empinado e vaidoso para o acontecimento. No entanto, no final, após a queima do pêlo, sentiu a quentura das unhas do animal que os mais velhos utilizavam então para introduzir nos bolso

A aldeia conhecida por lugar do Cimo do Monte

“Lugar do Cimo do Monte”, lugar isolado das grandes freguesias O “Lugar do Cimo do Monte” é um lugar isolado das grandes freguesias e da vila que a superintende, mas com uma vida muito ativa, através de alguns dos seus habitantes que, diga-se, são em número abreviado. Com verdade, o lugar do Cimo do Monte ou aldeia do Cimo do Monte, assim também conhecido, como facilmente se constatará pelas descrições e factos ocorridos, tantas vezes simplórios e burlescos, é uma designação fictícia, que pelas características e naturalidade dos homens e mulheres do lugar podem bem representar muitas das aldeias transmontanas e durienses, situadas em locais mais ou menos remotos das montanhas que fazem a linda região de Trás-os-Montes e Alto Douro. Hoje em dia, esta designação, por circunstâncias administrativas, e outras, alterada, é região dividida em duas nas palavras. Contudo, para os mais conservadores, as duas sub-regiões continuam a integrar a mesma e única região, se bem que as suas característ

Nanico zanga-se com Tchico

Arrufo de Nanico sobre Tchico Nanico usa argumentos sobre Tchico e relaciona-os com a eventualidade de tráfico de influências! O Nanico é proveniente de uma família modesta e trabalhadora, com escassos recursos económicos, sempre mais calado que falador, mas ultimamente, vai pondo de lado a sua modéstia no falar, e atira-se às críticas com determinação. Foi este o caso, quando, se bem se lembram, o dono da tasca, o Ti Zé, pediu encarecidamente ao Nanico e ao Tchico, para que o ajudassem ao reco dali a três dias. Pois é: Enquanto as azeitonas embebidas em azeite e alho não haviam lubrificado suficientemente as raízes dos sistemas nervosos dos dois, a coisa até correu dentro da normalidade, com a boa fluidez das conversas a darem início às especificações do tal empreendimento que alguns já dizem tratar-se de qualquer coisa relacionada com cagalhetas ou algo muito parecido. Com a ingestão da salmoura das azeitonas, dos ácidos do azeite e do tinto alcoólico esvaziado das canecas, e também

Pedido de ajuda ao reco

Novo encontro na mesa entre o postigo e a única porta de entrada da tasca do lugar do Cimo do Monte Combinações sobre o empreendimento e solicitação ao Tchico e ao Nanico, para ajuda ao reco do Ti Zé! Passada uma semana desde a última vez na tasca da aldeia do Cimo do Monte, Tchico e Nanico juntaram-se novamente na mesa que se encontra entre o postigo e a única porta de entrada do estabelecimento. Começaram então os dois a fazer uma espécie de retrospetiva a respeito das palrações da semana anterior, acerca do tal empreendimento que, segundo consta, terá a ver com cagalhetas ou algo parecido. O que é certo, de facto, é que o Tchico, como já informámos, é conhecido pelo Tchico da cagalheta. Neste sentido, os dois homens entreolharam-se e interrogaram-se: – Como é que os patrícios da aldeia já sabem mais que nós? Talvez alguém tenha dado com a língua nos dentes: ou o dono da tasca, ou então alguém mal-intencionado que tenha escutado a conversa do lado de fora do postigo. – Chiça, mas, as

Tchico pede ajuda a Nanico

O Tchico pede ajuda ao seu amigo Nanico A estória passa-se, pelo menos por enquanto, na aldeia do Cimo do Monte, onde pouco mais há que fragas e arrascalheiros. Nanico será uma boa escolha para constituir uma certa sociedade. Pelo menos em relação aos negócios, assim julga o Tchico - figura de considerável esperteza daqueles montes - Nanico sempre foi uma boa amizade, e as trocas que com ele efetuou deram resultados positivos. Na aldeia do cimo do monte, onde apenas um estabelecimento comercial demonstra a sua existência, com o bom vinho de pasto e as sandes de chouriço demolhado em azeite, dois personagens desse lugar costumam tomar assento a uma das mesas carcomidas pelas humidades e andanças do tempo, entre o postigo e a única porta de entrada para o estabelecimento. Pelas madrugadas de todas as segundas-feiras, vindos nunca ninguém sabe donde, fazem questão de discutir o que têm para discutir, acompanhados do mesmo vinho de pasto, e além das tais sandes de chouriço, umas boas dúzia

Bolos de azeite nas influências de Ti Zé

Continua a ideia do projeto das cagalhetas, tudo indicando como bem encaminhada a sua implementação! São atualmente três os sócios do empreendimento!

Bolachas, por causa da fraqueza

Figuras e personagens   Junto a muitos artigos inseridos neste blogue algumas imagens resultantes de figuras que se vão transformando ao longo do tempo, protagonizando algumas estórias. Como gosto dessas figuras, insisto em apresentá-las repetidas em variadíssimos contextos. Um certo dia de inverno alguém se me queixou que uma rapariga, uma senhora, vinda ao fim do dia do seu trabalho, dali dos lados de Alijó, conduzindo o seu automóvel com todos os cuidados em direção a Vila Real, mais ou menos ao pé da aldeia do Pópulo, cai repentinamente uma grande nevada, daquelas que já é raro observar por estas paragens transmontanas. O momento tornou-se de certo modo dramático porque um enorme camião atravessou-se entretanto na estrada, impedindo a passagem de todos os automobilistas que circulavam na mesma direção. As preocupações iam aumentando, principalmente para a senhora e para os seus familiares mais diretos que aguardavam ansiosos o desfecho da situação o mais rapidamente possível. A sen

A estória do homem que fabricava pedras de isqueiro

Estória curiosa contada na autobiografia de Manuel Henriques Pires Fontoura Manuel Henriques Pires Fontoura Ocorreram os factos no ano de 1947, segundo conta na sua autobiografia, o saudoso amigo Manuel Henriques Pires Fontoura, nascido a 12 de agosto de 1925, na vila de Montalegre. Manuel Fontoura foi meu vizinho, durante alguns anos, em Vila Real, onde com ele convivi, numa verdadeira e particular amizade. “Um homem simples”, assim se intitula Manuel Fontoura na sua autobiografia. A estória é de igual modo carregada de simplicidade. Passou-se em Chaves onde Manuel Fontoura cumpria o serviço militar. Vou talvez acrescentar-lhe um ponto ou dois, sabendo que o meu amigo Fontoura de certo compreenderia, com um sorriso simpático de aprovação. Tudo terá começado quando, após uma merendola bem comida e bem bebida, um grupo composto por quatro militares devidamente fardados se dirigia ao quartel, a pé, por caminho sinuoso de terra batida. Em dado momento, ficam os quatro em alerta com o ruíd

Fim do jogo entre Portugal e o Gana

O jogo entre as seleções de Portugal e do Gana visto na tasca da aldeia do Cimo do Monte!

Finalmente o projeto das cagalhetas

Finalmente o projeto das cagalhetas de Tchico, transmitido a Nanico!

Aldeia do Cimo do Monte

A "Aldeia do Cimo do Monte" é um lugar isolado das grandes freguesias

Arrufo de Nanico sobre Tchico

Nanico usa argumentos relacionados com tráfico de influências!

Ajuda ao reco

  Combinações sobre o empreendimento e pedido de ajuda do Ti Zé, ao Tchico e ao Nanico!

O Tchico pede ajuda ao seu amigo Nanico

A estória passa-se, pelo menos por enquanto, na aldeia do Cimo do Monte, onde pouco mais há que fragas e arrascalheiros. 

Tóino e o personagem de braços no ar

A estória passa-se no único estabelecimento da aldeia, lá bem no alto da serra. Aí, pode beber-se um bom "binho de pasto" e comer umas sandes de "tchouriço" demolhado em azeite, que são uma categoria!

Bacalhau assado com batatas a murro

A propósito de bacalhau assado com batatas a murro, e rimas que às vezes acontecem...

Bonecos e personagens

Alguns bonecos digitalmente construídos, derivando de bonecos reais, passando por variadíssimas mutações, sendo protagonistas de algumas estórias experimentais e que, a partir de agora, terão passagens brevíssimas em outros contextos e outros vídeos.