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Caldo e castanhas secas

Caldo de casulas com castanhas secas Ingredientes:

300 g de casulas;
250 g de castanhas secas;
250 g de batatas;
1 salpicão (ou linguiça);
½ pernil;
1 cebola e sal a gosto.

Preparação:

Põem-se de molho as casulas e as castanhas secas de um dia para o outro.  Cozem-se as casulas e as castanhas em água sem mais nada até o feijão da vagem ficar cozido. À parte, coze-se o meio pernil, o salpicão ou linguiça e uma cebola inteira (a cebola depois de cozida retira-se porque só serve para dar paladar). Junte-se às casulas e às castanhas cozidas o caldo das carnes (se se quiser enriquecer o caldo desfia-se parte da febra do pernil ou da linguiça ou do salpicão) e as batatas descascadas e deixa-se ferver até cozer a batata. Com a escumadeira vão-se retirando as batatas e as castanhas e com garfo amassam-se e deitam-se novamente na panela. Depois de amassar todas as batatas e castanhas o caldo está pronto a ser servido, de preferência em malgas tradicionais. Receita, elaborada por Jorge Lage, p…

Caldo de casulas

Caldo de casulas ou caldo de cascas Ingredientes:

300 g de casulas;
500 g de batatas;
1 salpicão (ou linguiça);
½ pernil;
Sal a gosto.

Preparação:

Cozem-se as casulas em água sem mais nada até o feijão da vagem ficar cozido. À parte, coze-se o meio pernil, o salpicão ou linguiça e uma cebola inteira. Junta às casulas cozidas o caldo das carnes (se quiser enriquecer o caldo desfia-lhe parte da febra do pernil ou da linguiça ou do salpicão) e as batatas descascadas e deixa ferver até cozer a batata. Com a escumadeira vá retirando as batatas e com garfo amasse-as e vá-as deitando novamente na panela. Retira a cebola que só cozeu para dar paladar. Depois de amassar todas as batatas o caldo está pronto a ser servido, de preferência em malgas tradicionais.
(Receita, por nós adaptada, cedida, por Gracinda Morais Sarmento e Elsa Gonçalves dos Santos, de Vinhais).
Nota: As casulas também são conhecidas por cascas, por resultarem da secagem, no Verão, das vagens verdes do feijão amanteigado (o …

Súplicas

Receita cedida por Maria Gentil Vaz Ingredientes:

1kg de açúcar;
1kg de farinha;
20 ovos;
1 colher (de café) de bicarbonato de sódio;
1 colher de fermento.

Confecção:

Batem-se os ovos com o açúcar até a massa ficar bem consistente e fazer um 8 (levantar a batedeira e com a massa que escorre desenhar um 8; se mantiver a forma tem a consistência desejada). Por fim, junta-se a farinha, a colher de bicarbonato e o fermento, misturando-se tudo muito bem. Untam-se os tabuleiros com azeite e polvilham-se com farinha bem espalhada. Com uma colher de sopa distribui-se a massa nos tabuleiros, separada para não se colarem umas às outras (aproximadamente 3 filas num tabuleiro normal). Levam-se ao forno não muito quente para não queimarem ou corarem demasiado.  Retirar e descolar com uma faca maleável.
(Receita cedida por Maria Gentil Vaz e «herdada» da família, de Mós – Torre de Moncorvo).

Nota 1: Pode fazer-se metade da receita. Nota 2: Em Mós, segundo Maria Gentil, as súplicas eram os doces qu…

Montalegre é o concelho das barragens

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Noroeste Transmontano e suas Barragens (III) Bem podemos dizer que Montalegre é o concelho das barragens que conferem beleza, frescura e desporto às populações periféricas. E sobretudo iluminam e dão força motriz a muitas unidades industriais do norte de Portugal. Mas os Barrosões têm sido injustiçados porque pagam a energia que exportam mais cara do que quem a recebe e, as contrapartidas, estão longe, muito longe, de compensarem a ocupação dos melhores vales, que obrigaram à desertificação do concelho e à não cobrança de impostos, como o IMI. Em Terras de Barroso há, pois, três barragens que produzem energia que abastece o país. Pisões, Venda Nova e Paradela. Integralmente em solo do concelho de Montalegre. Ainda parcialmente em solo de Montalegre está a Barragem de Salamonde. É nesse solo que se fundem os dois importantes rios que ao longo do seu curso refrescam e injectam nos terrenos envolventes a humidade que os lameiros exigem para florescer o feno e medrar a erva que engordam,…

Outros contribuidores do NetBila

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NetBila: informação regional complementar Alguns voltaram-se para os seus próprios instrumentos de expressão - websites e blogues, que, entretanto, entraram nos hábitos de muitos. Também as redes sociais como o Facebook, o Twitter e outras foram cada vez mais ganhando adeptos. Contudo, alguma diferença o NetBila tem conseguido manter, principalmente no que diz respeito à complementaridade de informação, dedicando-se não aos assuntos gerais do momento, mas sim, com originalidade, às coisas mais pequenas e simples que ocorrem a nível local, nas pequenas cidades, vilas e aldeias. De um ou outro modo, outros têm contribuído para o crescimento do NetBila: Alex Valente, nascido no Brasil mas descendente de transmontanos de Lagoaça, concelho de Freixo de Espada à Cinta, Luís Vilela e Fernando Vilela - jovens estudantes de Vila Real, Fernando Correia, de Braga, Alzira Cabral, João de Deus Rodrigues, Silvino Potêncio e Luís Jales de Oliveira.

Contribuidores do NetBila

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NetBila'News: informação de Trás-os-Montes e Alto Douro As regiões de Trás-os-Montes e do Alto Douro têm sido, desde 2006, ano em que o NetBila iniciou a atividade de informação, referenciadas e descritas nas páginas deste blogue, plataforma atual depois de algumas outras usadas durante estes anos. Com a prestimosa ajuda de alguns contribuidores, têm sido estas páginas enriquecidas com textos e imagens, muitas destas, documentos inéditos da história e cultura transmontano-duriense. Deste modo, o NetBila tem por seu lado, e em certa medida, contribuído para a divulgação de Trás-os-Montes e do Alto Douro Vinhateiro - região classificada pela UNESCO, em 14 de dezembro de 2001, como Património da Humanidade na categoria de Paisagem Cultural.
Com os seus textos, o escritor duriense António Cabral esteve presente desde o início da implementação do NetBila, tendo sido o primeiro contribuidor e um impulsionador da continuidade do trabalho que tem vindo a realizar-se.
Depois de António Ca…

Borrego à Pastora

Receita de Maria Cristina Lança (de Beja)  Ingredientes (para 4 pessoas):
1 kg Borrego do cachaço (de preferência); 6 cebolinhas pequenas inteiras; 4 a 6 dentes de alho; 1 colher (de chá) de colorau; Louro, pimenta em grão e azeite q.b.; 1 copo de vinho branco e água q.b..
Confecção:
Esmagam-se e pelam-se os alhos.  Descascam-se as cebolas que se utilizam inteiras.  Colocam-se no tacho, juntamente com o azeite, o louro, pimenta em grão, e o colorau. Deixa-se refogar um pouco antes de se juntar o borrego. Por fim junta-se um pouco de água e refresca-se com um copo de vinho branco. Deixa-se cozer e apurar durante cerca de meia hora. Serve-se com batatas cozidas e salteadas em azeite e alho e uma salada de agrião com laranja.
(Receita de Maria Cristina Lança (de Beja), típica do 1.º de Maio na zona de Beja, e recolhida por Maria da Graça Borges (da Senhora da Graça - Mondim de Basto) in "As Maias entre mitos e crenças".
Jorge Lage

Filhozes de Jerimum

Receita de Maria Isabel Lage Ingredientes:

Cerca de 1 Kg de massa de jerimum;
5 ovos;
10 colheres de sopa de farinha sem fermento;
Raspa duma laranja;
Açúcar e canela a gosto.

Preparação:

Coze-se cerca de 1,5 kg de jerimum e deixa-se escorrer no coador. Ainda quente, amassa-se o jerimum com um garfo e deixa-se a escorrer do coador. Coloca-se a massa de jerimum num tacho e raspa-se para este a casca da laranja. Vai-se adicionando uma ou duas colheres de farinha, intercalando com um ovo, mexendo bem com a colher de pau, até deitar as 10 colheres de farinha (para dar alguma consistência) e os 5 ovos. Mexer bem e quase no fim juntar-lhe duas colheres de açúcar. Com uma colher de sopa vá deitando o amuado na frigideira, correspondendo cada colherada a uma filhó. Devem fritar dos dois lados. À medida que vão ficando fritas vão-se retirando da sertã e colocando numa travessa em cima de um guardanapo para absorver alguma gordura da fritadura. Polvilhar com açúcar e canela e estão prontas a se…

Pãezinhos de Linguiça

Pãezinhos com uma ou duas rodelas de linguiça Ingredientes:

1 kg de farinha;
250 gr de manteiga;
4 ovos;
4 colheres de sopa de açúcar;
leite q.b. para amassar;
Linguiça às rodelas ou meias rodelas.

Confeção:

Enrola-se a farinha com o açúcar e a manteiga e amassa-se até ficar uma areia grossa. Em seguida, junta-se ovo por ovo e por fim o leite; a massa deverá ficar homogénea mas não muito elástica. Estando amassado, faz-se uma cruz e deixa-se repousar durante uma hora. Ao fim, fazem-se pãezinhos com uma ou duas rodelas de linguiça dentro, e pinta-se com gema de ovo. Leva-se a cozer ao forno.
Maria da Graça

Barroso da Fonte, contribuidor do NetBila

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Noroeste Transmontano e suas Barragens (II) O Rabagão nasce na lama dos Porcos, em Codeçoso (Meixedo), dirige-se para sul, fecunda esse imenso e fértil vale, atravessa a EN 108 (Montalegre-Chaves), banha e distrai os pescadores da boa truta. Originou a ponte romana de Peirezes e entra, mansamente, em S. Vicente da Chã, onde começa a maior Barragem do sistema Cávado-Rabagão, construída entre 1958 e 1966. Teve esta albufeira o privilégio de ter a primeira central de bombagem do país, ou seja, além do túnel que perfura a serra de Viade  para ir buscar o reforço do caudal ao Cávado. Tem mais um túnel de 5,9 km que leva a água da Barragem de Pisões (ou Alto Cávado) para a da Venda Nova (1950). Mas, em caso de necessidade, esse aproveitamento, até àquela data, inédito, era composto por uma central subterrânea, com dois grupos turbino-alternador-bomba de 45 MVA cada. Essas bombas permitem a bombagem das águas da albufeira de Venda Nova para a de Pisões. A subestação é composta por dois tran…

Barroso da Fonte

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Barroso da Fonte, contribuidor do NetBila Barroso da Fonte, contribuidor do NetBila, publicando textos sobre Trás-os-Montes, principalmente os relacionados com a sua região natal - o Barroso -, enviou-nos, em março de 2013, texto sobre o Noroeste Transmontano e suas Barragens.  Por excertos, republicaremos neste blogue o artigo de Barroso da Fonte sobre os principais rios que nascem, fertilizam e refrescam os solos de Barroso: Cávado, Rabagão e Bessa.
Noroeste Transmontano e suas Barragens
Cávado, Rabagão e Bessa São três os principais rios que nascem, fertilizam e refrescam os solos de Barroso: Cávado, Rabagão e Bessa. Todos férteis em truta e outros espécimes piscícolas. O primeiro nasce na Fonte Fria, na vertente sul da Serra do Larouco, (1.525 m).  A Câmara de Montalegre fez, à sua passagem,  bem junto à marginal, um parque de lazer, com um reconfortante açude que substitui, para muitos, a praia atlântica e mediterrânica, para além de parque de merendas. Segue o leito que sempre te…

As Alheiras de Mirandela

História das Alheiras de MirandelaA minha bisavó contou-me outrora
O que a bisavó dela lhe contou.
A história de uma família "moura"
Que em tempos em Mirandela habitou.

Andava muito acesa a Inquisição 
E muitas amizades traiçoeiras!
Pra não serem alvo de delação,
Inventaram as famosas alheiras.

Constava da receita original 
Carne de aves, de vaca, azeite e pão.
Mais alhos, colorau e algum sal
E assim ludibriaram a Inquisição.

Depois a receita alterou-se um pouco 
Á medida que os anos decorriam
Passou a juntar-se-lhe carne de porco
E todas as famílias as faziam.

Graziela Vieira

Poema feito, pela poetisa avidagoense, em 15 de fevereiro de 2002 e nele pretende-se homenagear os mirandelenses e amigos que respeitam a alheira tradicional e contribuíram para que a Alheira de Mirandela fosse considerada uma das sete maravilhas gastronómicas de Portugal e a mais popular.
Jorge Lage

Alface e queijo fresco

Sopa de alface e queijo fresco Ingredientes:

2 cebolas pequenas;
400 g de batatas;
0,5 kg de pão caseiro;
2 alfaces pequenas;
3 queijinhos frescos;
2 dentes de alhos;
1 dl de azeite;
Sal e orégãos q. b.

Confeccão:

Escolher e lavar a alface, cortar as cebolas em meias luas, colocar a panela ao lume, adicionar o azeite, juntar a cebola e deixar refogar levemente. Juntar batata cortada em camponesa fina, adicionar o alho esmagado, acrescentar água e cozer. Juntar alfaces esfarrapadas, temperar com sal. Cortar o pão caseiro em fatias e cortar o queijo em quartos. Colocar o pão na terrina, colocar o queijo, deitar a sopa por cima, juntar orégãos e servir bem quente.
Jorge Lage

Sopa das Paridas

Sopa de ovo ou sopa das paridas Ingredientes para 2 pessoas:

2 ovos;
Pão duro;
Azeite;
Alho, louro e sal (pouco).

Confecção:

Cortar o pão às fatias para uma tigela grande e funda ou taça e misturar alho cortado aos pedaços, louro e azeite. Escalfar os dois ovos em água temperada de sal e deitar a água bem quente, com os ovos por cima do pão e deixar tapado durante uns minutos. Por fim escorrer a água e comer.
Adaptada do Roteiro de Gastronomia Recolha dos alunos da Escola Secundária da Lousã e editado pelo município lousanense. Prato tradicional que nas aldeias se dava às mulheres paridas. Quando há um pouco de pão duro em casa as pessoas já não sabem o que lhe fazer e deitam-no fora. Como vai longe o tempo em tudo que se aproveitava!
Jorge Lage

O pão tradicional

Cozedura em forno de lenha A fermentação é a base do segredo do pão, a par da cozedura em forno de lenha. A massa leva a levedar (fermentar) entre quatro a oito horas. O «furmento» (massa lêbeda) guardava-se num tacho coberto para a fornada seguinte. O mais saudável é o pão de mistura (farinha e farelo), tomando, no caso do pão de farinha triga, o nome de «pão-charrão» (com mais farelo) e sêmea (com menos) e se for centeio chama-se pão-integral ou pão-escuro. Mas, há no mercado pão escuro, de farinhas refinadas, que nada tem a ver com o pão integral. Os corantes são outras «saloiadas» para enganar parolos, mas não deixa de ser «pão plástico», sem a qualidade do pão tradicional. Para combater o elevado preço do pão, têm surgido pequenas máquinas domésticas que cozem pão e até se pode programar a hora da cozedura. A Organização Mundial de Saúde sugere o consumo de cinquenta quilos (os marroquinos comem 100 kg) de pão por ano e por pessoa, uma média diária de 135 gramas. Coma um carolo …

Pão: um pouco de história

O pão terá surgido na Mesopotâmia O pão terá surgido na Mesopotâmia (actual Iraque) e é mais antigo que as pirâmides do Egipto. Num museu de Zurique está exposto um exemplar de pão que, segundo os arqueólogos, foi cozido no Paleolítico, há 6.000 anos e em Nova Iorque há outro com 3.400 anos. Em Portugal, o complexo industrial «Museu do Pão», em Seia, merece uma visita. É curioso verificar que na Antiga Grécia os padeiros eram muito respeitados (mais que hoje os Professores), existindo escolas (500 anos A.C.) especiais para estudar este ofício. Em Roma, o escravo que soubesse cozer o pão valia dez vezes mais do que um gladiador. No Antigo Egipto, há 6.000 anos, terá sido descoberta a fermentação e os Hebreus, dos contactos com os Egípcios, terão criado, em Jerusalém, as primeiras padarias. Daí o pão ter um grande simbolismo para judeus e cristãos. As padarias acabaram com a queda do Império Romano do Ocidente, regressando-se ao pão não fermentado e fabrico de casa, ressurgindo na Franç…

Pão

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Um carolo de pão? O pão, a par da batata e do leite, é um dos meus alimentos preferidos. O pão está associado à memória dos meus pais. À memória do meu pai, porque exigia sempre (centeio ou trigo) pão à mesa. Da minha mãe, pela forma sábia e alegre como cozia as fornadas de pão e me brindava com o bolo (pão mais pequeno e quente). Afinal, o pão era o alimento das gentes do campo de Mirandela e Trás-os-Montes. Quando se falava em pão, era o pão-centeio, por que o pão-trigo era para datas importantes e cerimoniais. O pão-milho só devo tê-lo «probado» quando tinha doze anos. Hoje, com a melhoria do nível de vida dos portugueses, o pão-trigo tornou-se o alimento principal da população e só os que têm apego à tradição e aos sabores antigos, procuram um bom pão-centeio. Não é fácil conseguir em Trás-os-Montes um bom pão-centeio ou trigo porque a «epidemia» das padarias às três pancadas ou de «pão quente» desvirtuam a qualidade do nosso principal alimento. E há quem fale do «pão-plástico». …

Sopa de Funcho

Receita publicada no NetBila, por Jorge Lage, em 19 de maio de 2010

Ingredientes:

1 molhinho de funcho;
1 cibo de rama de alho bravo ou, então, 2 dentes de alho;
1 cibo de cebolinho (rama de cebolas muito novas) ou, então, cebola picada;
1 batata;
1 batata-doce.

Preparação:

Põe-se um pinguinho de água a ferver. Há-de levar, então, um bocadinho de rama de alho bravo e um bocadinho de cebolinho. Depois pica-se o funcho bem picado. Se gosta bastinho, põe mais, se gosta ralinho, põe menos. O talinho (caule) tem de ser bem picadinho porque é o mais saboroso. Deita-se na água a ferver.  Depois pica-se uma batatinha branca e uma batatinha-doce inteira. A batata-doce dá-lhe muito gosto. Põe-se inteirinha e depois desfaz-se com a concha (e garfo a amassar). E um coisinho de gordura. Pode ser azeite e quem só tenha banha põe um bocadinho. A banha põe-se logo a seguir aos funchinhos e logo que levanta fervura. Está pronto a comer quando o funcho está bem cozidinho. Às vezes os talinhos demoram b…

Caldo de Castanhas

Do livro «Receitas com castanhas», edição da Bandarra Cooperativa Agrícola, Trancoso Ingredientes:

1 orelha de porco;
250 g de entremeada;
2 cebolas médias;
0,5 dl de azeite;
1 raminho de salsa ou hortelã;
500 g de castanhas;
Água e sal q.b..

Confecção:

Limpe as carnes e coza-as em água temperada com sal. Junte uma cebola, cortada aos pedaços, e um pouco de salsa ou hortelã. Pique a outra cebola e refogue-a no azeite.  Adicione ao refogado, as castanhas e um pouco de água da cozedura das carnes. Deixe cozinhar por cerca de cinco minutos. Corte as carnes em pedaços e junte-as às castanhas. Ferva, durante dois minutos. Retire e sirva com a restante salsa ou hortelã.
Receita (adaptada) retirada do livro «Receitas com castanhas» editado pela Bandarra Cooperativa Agrícola - Trancoso.
Nota: O tempero de sal pode nem ser preciso se as carnes já estiverem salgadas. O raminho de ervas aromáticas pode ser substituído por outro da nossa preferência.
Jorge Lage

Caldudo

Económicos

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Bolos Económicos  Ingredientes:

2,5 a 3 Kg de farinha;
12 ovos;
1 kg de açúcar;
½ L de leite;
½ L de azeite;
1 colher de sopa de bicarbonato de sódio;
1 copo (do vinho) de aguardente;
1 colher de fermento.

Preparação:

Misturam-se e batem-se os ingredientes muito bem (reserva-se um pouco de açúcar) e, por fim, adiciona-se a farinha. Distribuem-se às colheradas de sopa bem cheias (uma para cada bolo) em formas untadas com azeite e polvilhadas de farinha.  Pincelam-se, por cima, com ovos batidos e polvilham-se com o resto do açúcar (sem este os doces quase não sobem).  Cozer em forno bem quente.
(Receita cedida por Maria Gentil Vaz e «herdadas» da família, de Mós - Moncorvo.)

Nota: Chamam-se doces económicos, porque cada «fornada» rendia bastante (podiam fazer-se maiores ou mais pequenos conforme a gente esperada), com pouca despesa. Eram os doces mais usados nas quadras festivas, nas romarias e festas de família. Hoje os económicos estão ao preço dos demais bolos e as padarias que os f…