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Serrobeco

Serrobeco ou Serrubeque No vídeo “ Caminhos de Vilar Celas ”, António Vilela refere-se ao “serrubeque” ou avental de “serrubeque”. Tomei eu próprio a liberdade de inscrever no subtítulo desse vídeo a expressão “xaile de serrubeque”. De facto, tal como em outras terras, na freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão, em tempos que já lá vão, chamava-se “serrubeque”, como muito bem diz o António, ao tecido grosseiro resultante da lã das ovelhas de “serrubeque” – ovelhas de cor preta, cuja lã seria muito áspera, mas que protegia muito bem do frio e da chuva as senhoras que o usavam. Entretanto, contribuindo para um melhor esclarecimento desse termo antigo, a Márcia Parente e o José Vilela, comentando no Facebook, associaram a palavra “serrubeque” às capas de burel, despertando a minha curiosidade, levando-me a uma breve pesquisa e consulta ao dicionário de língua portuguesa, concluindo que o termo popular em referência deve escrever-se serrobeco, tal como consta no dicionário online Priberam.

Prémio literário atribuído a Jorge Lage

A Casa de Trás-os-Montes e Alto Douro de Lisboa premiou o escritor Jorge Lage A Direção da Casa de Trás-os-Montes e Alto-Douro atribuiu o Prémio Literário Prof. Doutor Adriano Moreira, de Carreira, ao escritor Jorge Lage, segundo notícia da mesma Direção, na sua página do Facebook. O escritor e investigador, também jornalista, colaborador em vários jornais transmontanos e blogues, entre os quais este mesmo, o NetBila, em netbilanews.com , é natural da aldeia de Chelas, concelho de Mirandela, constando no “Dicionário dos Mais Ilustres Transmontanos e Alto-Durienses”. Jorge Lage tem dedicado uma boa parte do seu tempo ao estudo da história, cultura e tradições da castanha, sendo considerado um especialista, com vários livros publicados sobre o tema. Jorge Lage, investigador etnográfico Jorge Lage, investigador e escritor (vídeo)

Jogos Populares, em Vila Real, em 1977

Jogos Populares Transmontanos Jogos Populares Transmontanos, em Vila Real, em 1977 (A taça para o 1º prémio) Como foi já referido nestas páginas, o tema "Jogos Populares" e a feitura de alguns artigos relacionados, apoiaram-se no estudo e investigação efetuados por António Cabral, expert do Conselho da Europa no II Estágio Alternativo Europeu sobre Desportos Tradicionais e Jogos Populares. Excertos, imagens e resumos dos seus livros editados sobre este tema, têm sido aqui inseridos. Diz António Cabral no seu livro "OS JOGOS POPULARES (Onze anos de história: 1977-1988)" que a grande festa de Jogos Populares ocorreu, em vários pontos da cidade de Vila Real, em 13 de Novembro de 1977. Com um garrido cenário de zés-pereiras, tunas, bandas de música, ranchos folclóricos e grupos de teatro, participaram nos jogos, perante vários milhares de espectadores, cerca de 1150 pessoas (crianças, jovens e adultos de ambos os sexos) . Subida ao poste ensebado, jogo do cepo, jogo da

Jogos Populares

Implementação dos Jogos Populares pelo CCRVR António Cabral Segundo o livro "Os Jogos Populares" de António Cabral, foi em Vila Real que, em 13 de Novembro de 1977, se iniciou o movimento de recuperação festiva dos jogos populares, tanto em Portugal como no resto do mundo. Em Setembro de 1988, o CCRVR - Centro Cultural Regional de Vila Real - preparou: - os II Jogos Populares do Marão, juntamente com a Associação Cultural de Candemil; - os VII Jogos Populares Galaico-Transmontanos de colaboração com a Associação Pedagógica Galaico-Portuguesa; - os VI Jogos Populares Transmontanos; - os V Jogos Populares Transmontanos Infantis. Fez a avaliação da sua participação na grande festa de Jogos Populares Portugueses, em Lovaina (Bélgica), entre 14 e 18 de Setembro. Trabalhou, através do seu representante, na Comissão de Honra dos Jogos da Malha, uma iniciativa da Câmara Municipal de Oliveira de Azeméis. Preparou uma exposição sobre jogos populares e organizou uma ludoteca. A apresent

As Festas dos Jogos Populares

O Jogo das Panelas, junto à Torre de Belém Imagem do livro "Os Jogos Populares (Onze anos de história: 1977-1988)", de António Cabral Jogo das Panelas, numa festa de Jogos Populares, junto à Torre de Belém, em Lisboa! A partir de 1977, com a grande festa de jogos populares - I Jogos Populares Transmontannos -, inúmeras localidades transmontanas começaram a festejar o seu reaparecimento. De facto, nesta altura, as populações sentiam que a cultura popular, a sua própria cultura, renascia pelo interesse e empenho que todos demonstravam e pelos apoios que recebiam das estruturas locais do Estado. António Cabral esteve à cabeça deste movimento, contribuindo com o seu entusiasmo, a sua investigação e o apoio dado aos grupos que, entretanto, se formaram e organizaram em associações culturais, tomando estas parte na implementação dos jogos, alguns deles adormecidos pela distância do tempo. Até ao ano de 1988, os jogos populares transmontanos percorreram e divertiram milhares de pesso

Jogos populares entre 1981 e 1988

António Cabral foi o grande estudioso e investigador dos Jogos Populares António Cabral Entre os anos de 1981 e 1988, os jogos populares transmontanos foram, por todo o território nacional e por vários países, mostrados e discutidos nas suas várias vertentes e sensibilidades. Além dos jogos propriamente ditos, com a participação festiva das populações, conferências, cursos, seminários, reuniões, publicações, exposições, filmes, etc., aconteceram com patrocínios das câmaras municipais e juntas de freguesia, centros culturais, escolas e universidades, Fundação Gulbenkian, Instituto Nacional dos Desportos e outras entidades. O tema foi estudado, investigado, discutido e colocado à disposição de todos, durante este período áureo dos Jogos Populares Transmontanos. António Cabral foi, de facto, o grande estudioso e investigador destes jogos que provêm de tradições ancestrais e que

Os Jogos Populares

Exagero dos detalhes Detalhes que não favorecem a actividade lúdica Numa pequena reflexão sobre jogos, no seu livro "Os Jogos Populares", António Cabral alerta para o exagero dos detalhes. Em jogos tão simples, como por exemplo, os jogos das crianças, mas também os dos adultos, determinados pormenores àcerca das regras, quando levados em conta com objectivos perfeccionais, desvirtuam completamente a actividade lúdica. Diz o autor: " ...num jogo tão simples como a Corrida do Arco, entrar em detalhes que nada têm a ver com a actividade lúdica infantil, complicando, por exemplo, o sistema de pontuação relativamente à queda do arco, ao derrube de obstáculos e aos minutos de prova, transforma-se o jogo numa autêntica gincana. Assim, com exagero de procedimentos em relação às regras de jogo, este deixa de ter características simples e perde espontaneidade e naturalidade. " António Cabral alerta ainda que os meios técnic

Os Narros

Quem são os Narros? por Jorge Lage Pela proximidade de uma localidade os vizinhos tendem sempre a arcar ou a ser confundidos, pelos que estão de fora. Em Valência ao ouvirem-me falar, disseram-me que eu era Galego. Até sou de perto e até o meu amigo José Posada, grande referência na indústria da castanha, dizia que eu era «Galego do Sul». No Litoral Centro chegam a dizer-nos que somos Espanhóis, pelo simples facto de ficarmos perto da fronteira.  Também a família mesmo que afastada acaba toda por «herdar» a mesma alcunha ou o epíteto. Mesmo que se queira negar, aparece logo quem diga: - É rescendido de… Vem isto a propósito de quem são os «Narros» ou mais depreciativamente os «Nharros»? Depois de muita consulta, investigação e pesquisa para o livro «Mirandelês», chegámos à conclusão que, em tempos recuados, os «Narros» seriam os humildes artesãos de metais dos subúrbios do casco velho de Bragança, hoje bem integrados na cidade. O Dicionário de Espanhol-Português refere «narria» como um

O Pulsar do País Real

Portugal adveio de um processo fraternal por Barroso da Fonte Por Barroso da Fonte, foi escrito este texto, e enviado ao NetBila, no dia 24 de Junho de 2011, data em que se completaram 883 anos da Batalha de S. Mamede, travada em Guimarães, após um processo quase ensaiado 268 antes. Ou seja: Portugal adveio de um processo fraternal que povos ancestrais foram preparando para que a emancipação se transformasse com quietude e naturalidade. Em 868 deu-se a reconquista cristã, com Vímara Peres a ser designado primeiro titular daquela porção de terreno que ocupava a parte poente do Império Asturo-Galaico-Leonês. Onde desagua o Rio Douro existia uma povoação conhecida por Cale que tinha influência fulcral para a entrada e saída daqueles que viviam do mar e pretendiam sossegar em terra firme, ou que, vivendo em terra, utilizavam o mar para viagens mais distantes. Desse movimento de entradas e saídas nasceu o Portus de Cale que daria Portusc

Na formação de Portugal

Na formação de Portugal: Preponderante o papel de Santos Portugueses por Barroso da Fonte O Grupo dos Amigos da Piconha nasceu dia 19 de Fevereiro de 2005, durante uma confraternização entre Transmontanos, mais ligados à Região de Barroso. Começou por uma aposta entre dois dos presentes, sobre quem ganharia as eleições legislativas do dia seguinte. Quem perdeu, pagou. Para engrossar o grupo, começaram por convidar os restantes membros da mesa. Depois o homenageado desse dia, mais um por isto e mais outro por aquilo. Fixou-se o grupo em doze casais. Vivem dispersos por todo o país: Lisboa, Gaia, Porto, Guimarães, Chaves. Mas para epicentro elegeu-se Tourém, no concelho de Montalegre. E, para pretexto das várias reuniões culturais, gastronómicas e turísticas, escolheu-se o simbolismo histórico do Castelo da Piconha que foi Português até ao Tratado dos Limites, em 1864, que pretendeu endireitar as fronteiras entre Portugal e a Espanha. Como sempre acontece em partilhas, uns ganham e outro

Monografia de Sabrosa

"SABROSA da Pré-História à Actualidade" de A. M. Rocha Soares Sabrosa Desde há uns dias a esta parte, folheio, de novo, as páginas da Monografia do Concelho de Sabrosa, dando conta da importância deste livro, para quem tem a vontade ou simples curiosidade em conhecer melhor a História e histórias do concelho, cujo autor é A. M. Rocha Soares , personalidade sabrosense que referi já em artigos anteriores.  A monografia “SABROSA Da Pré-História à Actualidade” é uma edição do Município de Sabrosa, do tempo em que José Marques foi Presidente da Câmara Municipal, referindo na parte final do seu texto introdutório, inserto neste livro: Com a edição desta obra, que se constitui como a primeira Monografia do Concelho, mais uma vez, António Manuel Soares, presta um elevado serviço cultural à Comunidade Sabrosense. Trata-se de uma obra de homenagem à terr

Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante

Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante in «Aveiro do Vouga ao Buçaco» Enviado por Jorge Lage (…) Foguetes em S. Gonçalo Há festa na beira-mar! As velhas cantam de galo… Nunca é tarde p’ra casar! (…) S. Gonçalo, meu Santinho, Como tu não há nenhum! Arranja-me um maridinho Para quebrar o jejum… (…) Meu santinho, desespero, Repara na minha idade! Por favor, eu também quero O que quer a mocidade (Amadeu de Sousa – poeta popular) (…) S. Gonçalo de Amarante, Casamenteiro das velhas, Por que não casais as novas? Que mal vos fizeram elas? (…) Hás-de saltar as fogueiras À noite no arraial, Dançar com velhas gaiteiras Uma dança divinal. (João Gaspar) Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante in «Aveiro do Vouga ao Buçaco», de Amaro Neves e outros. As festas e romarias fazem parte das festas cíclicas anuais e são precisas para a alma do povo como de pão para a boca. O povo tem remédio para tudo na Bíblia e nas tradições e saberes orais. Há santos, rezas, mezinhas e produtos do campo para tod

Apontamento Histórico de Mirandela

Apontamento Histórico de Mirandela Nota explicativa de Jorge Golias Enviado por Jorge Lage Rua Luciano Cordeiro, Mirandela (vista parcial) (...) O facto de as ossadas se encontrarem fora das muralhas do castelo e, portanto, ser estranho haver construções ali, deve-se ao facto de, em 1518, já não haver castelo de pé (O Padre Ernesto Sales, in Mirandela-Apontamentos Históricos, no Vol I, pág.49 , escreve: «No começo do séc. XVI já nada restava do castelo, e pouco das muralhas que foram traçadas para defesa da vila»). Com efeito o castelo de Mirandela, tardio, talvez o último de Portugal, dos primeiros anos de 1300, foi o primeiro a desaparecer. D. Dinis quis prendar a sua amante, D. Branca Lourenço, doando-lhe Mirandela, e protegendo-a com um roqueiro que, quando acabou de ser construído, não

Miguel Torga

Miguel Torga, por Fernão de Magalhães Gonçalves Origens S. Martinho de Anta (imagem alterada) Toda a vida humana é uma história da infância. E a biografia de Miguel Torga (pseudónimo de Adolfo Correia Rocha) conta-se em poucas linhas. Autor de mais de cinquenta obras de poesia, prosa e teatro publicados desde os 21 anos, nasceu em 1907, a 12 de Agosto, dia de Santa Clara no calendário romano então vigente, em S. Martinho de Anta, Trás-os-Montes, e é do signo do Leão. Proveniente de uma família de condição humilde, teve uma infância rural, rigorosamente primitiva e possivelmente feliz. Enredada de desacertos e desencontros, a sua adolescência foi precocemente dura e brutal, humilhante, permanentemente instável. (...) S. Martinho de Anta em 1907 O dia 12 de Agosto de 1907, três dias antes das festas da Senhora da Azinheira, calhou numa segunda-feira e, em S. Martinho de Anta, era tempo de malhadas. As medas de centeio e trigo alinhavam-se rigorosamente a toda a volta do Largo do Eirô, pa

Cinco Chagas de Cristo

Festa das Cinco Chagas de Cristo por Costa Pereira A Festa das Cinco Chagas é muito antiga e também muito portuguesa. Entre nós remonta aos primórdios da nacionalidade e consta simbolizada na nossa bandeira como testemunho dessa devoção e memória das cinco feridas que Jesus Cristo recebeu na Cruz e mostrou aos Apóstolos depois da Ressurreição. Festa de Igreja muito antiga, mas entretanto também muito nossa e que por isso mereceu de Camões, nos Lusíadas, estes patrióticos versos: Vede-o no vosso escudo, que presente Vos amostra a vitória já passada, Na qual vos deu por armas e deixou As que Ele para si na Cruz tomou. Devoção que o Papa Bento XIV reconheceu ao conceder esta festa particular a todos os povos de língua portuguesa, e a partir dele todos os seus sucessores lhe seguiram o exemplo. Festa que tem o seu dia, a 7 de fevereiro, e desse dia o recordo, apoiado em Jacob Vasconcelos, de quem li, em: “Festa das Cinco Chagas do Senhor Esta Festa Litúrgica, eminentemente Portuguesa, tem

Santa Bárbara (Oração)

Oração a Santa Bárbara, enviada por Natividade Vilela A Natividade Vilela, depois de ler no blogue NetBila o responso a Santa Bárbara, contra as trovoadas, enviado por Jorge Lage, sentiu o desejo de recomendar uma outra oração de seu conhecimento, também a Santa Bárbara.  Expresso um agradecimento especial à Natividade pela sua gentileza, não deixando de o ser, mesmo acabada de sair do hospital!  A Natividade não adiou para mais tarde o envio ao blogue NetBila da oração a Santa Bárbara que aqui transcrevo: Santa Bárbara se vestiu e se calçou Suas santas mãos lavou Ao caminho se deitou Jesus Cristo encontrou. E Jesus lhe proguntou Tu Bárbara onde vais? Eu não vou nem deixo de ir, Só ao céu quero subir Para espalhar esta trovoada Que no céu está armada. Vai Bárbara, espalha-a por onde não haja pão nem vinho, nem bafo de meninno Nem pint

João de Deus Rodrigues

João de Deus Rodrigues, Prémio Nacional de Poesia 2011 Fernão de Magalhães Gonçalves João de Deus Rodrigues João de Deus Rodrigues nasceu na aldeia de Morais, concelho de Macedo de Cavaleiros, no ano de 1940. É casado e pai de dois filhos. Em 1961 foi para Lisboa, como militar, tendo depois ingressado no Ministério da Economia. Em 1970 é colocado no Ministério do Exército – Fábrica Militar de Braço de Prata – e mais tarde ficou a pertencer ao Ministério da Defesa Nacional, de onde é aposentado. Fez o Curso Complementar dos Liceus e frequentou cursos profissionais na IBM Portuguesa, e um curso de desenho e pintura. Fez exposições individuais de pintura e participou noutras coletivas, nacionais e internacionais, tendo sempre como tema dos seus trabalhos a Ruralidade. Trabalhou, ainda, doze anos na atividade seguradora.  Para além da escrita, colabora em a

A Nobreza Barrosã

A Nobreza Barrosã e a Casa do Cerrado por Barroso da Fonte A humanidade, na evolução própria da espécie, ao longo dos milhões de anos, não se contentou com o grau da normalidade. A razão que distingue os humanos dos restantes animais, foi sempre atrevida. E, desse atrevimento ou insatisfação de não ser igual aos outros, brotaram sortilégios para uns, vícios para outros, com consequências para o bem ou para o mal. Uns primaram pelo sucesso, evoluindo e progredindo à escala local, nacional ou mundial. Outros regrediram, animalizaram-se no corpo e no espírito, destruindo tudo à sua passagem. Sempre as forças contraditórias do bem e do mal, do saber e da ignorância, da riqueza e da pobreza, do luxo e do lixo. Essa insatisfação que sempre acompanhou o ser humano hierarquizou uns e outros. Ao nível da família, da comunidade local, nacional e internacional.  A esse escalonamento chamou títulos da nobreza. Vêm de longe esses graus hierárquicos. Essa classificação generalizou-se e estendeu-se a

A. M. Rocha Soares

A. M. Rocha Soares, autor da monografia "Sabrosa da Pré-História à Actualidade" A. M. Rocha Soares António Manuel da Rocha Soares, autor da monografia "Sabrosa da Pré-História à Actualidade", nasceu em Sabrosa, em 22 de Março de 1955. Frequentou os ensinos básico e secundário, naquela vila, ingressando no Liceu Nacional de Vila Real em 1972, tendo ali completado o Curso Complementar dos Liceus em 1974. Percorreu os duros caminhos da emigração, havendo trabalhado, durante as férias escolares, como operário fabril, em França, entre 1972 e 1980, tendo ali permanecido durante o ano de 1975. Leccionou, entre 1982 e 1986, nos ensinos preparatório e secundário, quer em Sabrosa, quer no vizinho concelho de Alijó, havendo entretanto obtido o Diploma Superior de Estudos Franceses Modernos, da Alliance Française . Acedeu, em 1986, à carreira de Oficial de Justiça, onde serviu cerca de 11 anos. Concluindo, em 1994, a Licenciatura em Direito pela Faculdade de Direito da Universi