Receita para confeção de Bolos EconómicosNetBila'News Avançar para o conteúdo principal

Receita para confeção de Bolos Económicos

Duas dúzias de bolos económicos, ou de azeite,
confecionados em três quartos de hora!

Bolos económicos, ou de azeite


Aqui deixamos uma receita para a confeção de duas dúzias de bolos económicos, ou de azeite, confecionados em três quartos de hora!
Em Trás-os-Montes e Alto Douro são muito apreciados os bolos económicos, também chamados bolos de azeite. Chamar-se-ão bolos económicos pelo facto dos seus ingredientes, a não ser o açúcar e a canela, serem cultivados e produzidos em qualquer casa tradicional de lavoura transmontana e alto-duriense.

Ingredientes

Quais são os ingredientes necessários para a confeção dos bolos económicos, além do açúcar e da canela?
A farinha com fermento, os ovos, o leite, o azeite, e a aguardente.

Receita

A mais ou menos 250 gramas de açúcar, juntaram-se cinco ovos inteiros, batendo-se muito bem esta mistura.
A seguir, adicionou-se um pouco de leite e azeite, mexendo-se tudo.
Aos poucos foi-se juntando farinha, batendo de novo.
Adiciona-se agora uma pequena quantidade de aguardente, mexendo depois.
Continua a juntar-se farinha até se alcançar uma consistência suficientemente espessa.
Nesta altura, para continuar a envolver a farinha, será preciso mudar para uma colher de pau.
Unta-se um tabuleiro com manteiga sem sal, polvilhando-se depois com farinha, onde se colocam pequenas porções da massa obtida.
Por cima de cada porção, polvilha-se com uma mistura de açúcar e canela.
Coloca-se o tabuleiro no forno a uma temperatura de 220 graus centígrados, deixando-se cozer durante poucos minutos, apenas o suficiente para aloirarem.
E assim, estão prontinhos os bolos económicos, que poderão degustar-se simples, ou acompanhados de um café, ou de um bom vinho tratado, dependendo das circunstâncias.
Aqui para nós, também acompanham muito bem com queijo de ovelha semi-curado.

Vídeo no canal NetBila, do YouTube: Bolos Económicos - Receita

Comentários

Mensagens populares deste blogue

Encontro com Delfim da Silva Monteiro, nas Paredes

Número de telefone para contactar o Sr. Delfim: 969179420 No lugar das Paredes, freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão, o encontro espontâneo com Delfim da Silva Monteiro que, em tempos, me contou a lenda de Nossa Senhora das Candeias. Neste vídeo, em linguagem simples, muito expressiva, refere as curas que consegue a quem o procura, através da invocação de Nossa Senhora da Saúde!

Lenda da Nossa Senhora das Candeias

Paredes, freguesia de S. Lourenço de Ribapinhão Numa bela noite, 2 de fevereiro, ia um caminheiro com os seus dois cavalos carregados, que ficaram atolados naquele histórico atoleiro. Era homem de boas ideias. Pediu à Senhora das Candeias, foi ouvido e Nossa Senhora apareceu com uma candeia na mão; alumiou-o e seus cavalos desenterrou, acompanhando-o à povoação (Paredes). - Está visto que o homem tinha bom coração; diz o contador desta história - Delfim da Silva Monteiro - natural e residente naquele lugar. Era uma noite rigorosa com muita chuva e neve que apanhou desprevenido o almocreve. Nossa Senhora a esse homem disse que nada dissesse, mas ele não pôde resistir ao que viu. Foi um Milagre!  Cheio de alegria no seu coração, logo transmitiu e espalhou pela povoação. Toda a gente correu para as fragas daquele lugar, hoje conhecidas por Fragas de Nossa Senhora das Candeias, lindo lugar, digno de se visitar! - Desde esse tempo, a Senhora das Candeias das Paredes foi sem

Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante

Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante in «Aveiro do Vouga ao Buçaco» Enviado por Jorge Lage (…) Foguetes em S. Gonçalo Há festa na beira-mar! As velhas cantam de galo… Nunca é tarde p’ra casar! (…) S. Gonçalo, meu Santinho, Como tu não há nenhum! Arranja-me um maridinho Para quebrar o jejum… (…) Meu santinho, desespero, Repara na minha idade! Por favor, eu também quero O que quer a mocidade (Amadeu de Sousa – poeta popular) (…) S. Gonçalo de Amarante, Casamenteiro das velhas, Por que não casais as novas? Que mal vos fizeram elas? (…) Hás-de saltar as fogueiras À noite no arraial, Dançar com velhas gaiteiras Uma dança divinal. (João Gaspar) Quadras populares a S. Gonçalo de Amarante in «Aveiro do Vouga ao Buçaco», de Amaro Neves e outros. As festas e romarias fazem parte das festas cíclicas anuais e são precisas para a alma do povo como de pão para a boca. O povo tem remédio para tudo na Bíblia e nas tradições e saberes orais. Há santos, rezas, mezinhas e produtos do campo para tod