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A mostrar mensagens de Abril, 2020

Bolos económicos, com azeite e aguardente!

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Bolos económicos ou de azeite

A casa do que dá voltas às leis

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Fartos pastos nas traseiras da habitação!

A fermentação da erva

Rebanho a circular na autoestrada

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As notícias sobre as caganitas! Então não é que a patroa do dono do café deu com a língua nos dentes e contou tudo à amiga Jeropiga, que por sua vez espalhou a novidade e agora toda a gente sabe daquela história das caganitas e do projeto dos dois amigos, e da intenção de irem à capital para fazer render o negócio! E sabem que até os jornalistas vieram incomodá-los quando, ainda de madrugada, os apanharam à saída da aldeia e logo de seguida vêm as autoridades proibir o rebanho de circular na autoestrada…!?

O arrebanhamento do gado

Chixe, com suas ovelhas, na capital

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Nanixe e o caso do Chixe: chegada à avenida principal da capital

A casa do que dá voltas às leis

Decisão importante de Chixe e Nanixe

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Está decidido, vamos à capital Depois de várias tribulações, após o infortúnio daquela primeira reunião no café central, Chixe e o amigo Nanixe resolvem então aproximar-se em novo encontro que, esperam, seja suficientemente produtivo para a implementação e sucesso do negócio das caganitas. Mais moderados agora com os proveitos da comida e da bebida, e após largas discussões entre os dois, decidem como primeira medida rumar à capital, pois lá encontrarão um lugar apropriado para tratar do assunto. Alguém lhes indicará uma secretaria ou ministério, onde certamente lhes prestarão alguma ajuda. Mas primeiro, solicitarão opiniões a quem, melhor que eles, seja conhecedor destes assuntos. E tudo se resolverá. Além disso, muitos cafés haverá nas ruas da capital, com clientes famosos e tudo, que até acharão o projeto digno de ser implementado, até porque enchendo os bolsos de economias, estas servirão de igual modo para a bolsa geral do estado. Coçando o queixo e aplainando o bigode, depois l…

Nanixe e o caso do Chixe: viagem para a capital

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Cochichos nos cruzamentos das ruas da aldeia!

Chixe, com suas ovelhas, na capital

Um farnel especial

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Bom vinho e boa ração para o caminho!

Nanixe e o caso do Chixe: viagem para a capital

Interrupção das reuniões

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Novo agendamento dos trabalhos Martinho, o dono do café central, ressentiu-se nas economias do seu estabelecimento comercial, por falta dos dois clientes habituais, durante quatro ou cinco noites seguidas, que foi o tempo de interrupção nas conversas e deliberações sobre o tal engendramento do projeto das caganitas.  Pela cura da ressaca a que foram obrigados, Chixe e Nanixe, como já foi referido, remeteram-se ao silêncio, isolando-se nas suas casas. Além do mais, um certo desânimo após aquela ressaca, levou Chixe a permanecer mais tempo no monte com as cabras e as ovelhas, amuado e desconfiado das suas próprias ideias. Afinal, certezas absolutas sobre o tal empreendimento das caganitas, não tinha. Contudo, mais uns dias, e os efeitos nocivos foram passando, sendo restabelecida a ordem psicológica e a regularidade corporal de Chixe e de Nanixe. Os fígados dos dois deixaram de inclinar-se para sonos depressivos, evitando-se desse modo pasmaceiras desnecessárias, de modo que, impulsiva…

Nanixe viaja no atrelado

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Nanixe no atrelado, junto às três ovelhas escolhidas!

Um farnel especial

O azedume das azeitonas

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Chixe, Nanixe, o taxista, e as azeitonas Naturalmente lembrar-se-ão da desavença ocorrida no Café Central, por causa do dono do café que abruptamente interrompeu os sonhos de Nanixe. Recordam-se também que Nanixe, desequilibrado, tinha-se estendido no chão, e o seu amigo nada pôde fazer por ele, pois não conseguia enxergar um palmo à frente do nariz. Isto, por causa do azedume provocado pelas azeitonas e pelo vinho da pipa do dono do café que, apesar de tudo, ficou preocupado com os dois, chamando de imediato o táxi da vila, que é sempre o grande socorrista nestas ocasiões. O taxista, tendo já dormido duas partes da noite, chegou, no entanto, ainda estremunhado, parando o carro mesmo em frente ao café, voltado para o lado contrário aonde iria transportar aqueles dois. Mas nem queiram saber. A coisa azedou quando Nanixe se enfia dentro do táxi, por uma das portas traseiras, mas sentando-se voltado para a mala do automóvel. Ou seja: colocou os pés em cima do assento de trás e o traseir…

A “malhada”, a “ruça” e a “velhota”

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Em jeito de correspondente no estrangeiro, informação com sotaque ibérico!

Nanixe viaja no atrelado

Atitudes responsáveis de Chixe e Nanixe

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Assuntos de cabras e ovelhas e espetáculos de variedades Como combinado entre os dois companheiros, Nanixe e Chixe lá se dirigiram pela noite ao Café Central da aldeia, confiantes de que o Martinho os atenderia bem, e com todas as mordomias. Mas nessa noite, ele estava um pouco desconfiado, pois pareceram-lhe aqueles dois demasiado escorreitos, o que não era nada habitual – com atitudes de homens muito sabedores e responsáveis. De facto, o Martinho tivera já mais ou menos conhecimento do empreendimento que andariam a conjeturar, mas como eram assuntos de cabras e ovelhas, tudo bateria certo segundo as informações que Chixe lhe foi revelando. Pelas onze horas da noite, já sentados a uma mesa do canto, que era a mais reservada, o dono do café preparava-se para servir os chouriços e o pão de milho e o vinho, antes das azeitonas, pois essas seriam servidas quando começasse a discussão dos assuntos. À medida que iam comendo e bebendo, durante aí umas duas horas, Chixe foi enchendo a cabeç…

Rosas

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Rosas, em 23 04 2020

Nanixe e o caso do Chixe: bons resultados nos trabalhos

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Os nabos da púcara da patroa do dono do café e a obrigatoriedade da lavagem das patas e dos focinhos dos animais!

A “malhada”, a “ruça” e a “velhota”

Reuniões no Café Central

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Plano de trabalho Sobre a ideia de engendrarem um bom investimento para as caganitas, foi feita a primeira abordagem de Chixe ao seu amigo Nanixe. Chixe deu-se por bem satisfeito, pois conseguiu, como tinha previsto, convencer o seu estimado amigo a acompanhá-lo nas intenções.  Claro que Chixe já tinha na cabeça o projeto mais ou menos delineado, mas guardando para si alguns segredos. Tinha de ser cauteloso, principalmente com alguns finórios lá da aldeia que têm a mania das espertezas. Mas também com o Nanixe, pois receava que a complexidade do empreendimento assustasse de alguma maneira o camarada.  O próximo passo seria agendar novas reuniões entre os dois, e o Café Central, estava visto, seria o local ideal desde que o dono da casa, o Martinho, os aturasse a partir da meia-noite, aí até lá para as duas ou três da matina, mantendo-se deste modo o recato necessário.   Mal se encontraram os dois na rua, conversando sobre o assunto, não foi difícil ao Nanixe concordar de imediato com…

Próxima reunião de Chixe e Nanixe

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A ideia das caganitas

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Chixe procura a ajuda de Nanixe No encontro daqueles dois, no café Central, ficou a saber-se que Chixe precisa da ajuda do amigo para a implementação de um negócio relacionado com as caganitas das suas cabras e das suas ovelhas. Chixe vive de pequenas negociatas. Compra e vende de tudo que lhe vai aparecendo. Mas o seu negócio preferido é o do gado. Passeia com os animais pelos pastos da serra, e diverte-se enquanto vai e volta. Frequenta com assiduidade as feiras, vende um cabrito aqui e outro ali e mesmo assim o rebanho vai crescendo. Em frente ao curral que lhe serve de guarda às cabras e ovelhas, possui uma leira – uma leira bastante grande, onde o pasto sempre cresceu a olhos vistos por via das caganitas, sobrando-lhe sempre em grandes quantidades e, por isso, tem sorte o amigo – o Nanixe –, que as espalha nos seus quintais, de onde colhe, em abundância e qualidade, as novidades para os seus gastos. Contudo, Chixe entende não ser suficiente para as suas aspirações.  Ouvindo fala…

Primavera

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Primavera em tempo de confinamento!

Nanixe e o caso do Chixe (2ª versão)

Chixe participou ao amigo a ideia de um negócio de caganitas Da primeira versão em texto de "Nanixe e o caso do Chixe" e o exercício de adaptação da história para vídeo, resultou uma segunda versão que apresento em episódios escritos, com alguns acrescentos e pequenas alterações. O Nanico, de quem já falei em vídeo anterior, a propósito do “Café Central”, prefere ser tratado por Nanixe. Este nome estará mais de acordo com as suas ideias, e que são, desde sempre, uma espécie de ideias enigmáticas. Pode ser isso também, mas a razão principal é o facto de ter um amigo bastante próximo, com quem se reúne muitas vezes no tal Café Central. Esse amigo chama-se Chixe. Como poderão facilmente verificar, Nanixe e Chixe são uma parelha inseparável, com longas discussões entre eles, muitas delas aturadas pelo dono do café, quantas vezes até altas horas da noite! O Nanixe é um tipo impulsivo, não gostando de se preocupar demasiado com muitos pensamentos ou fazer grandes raciocínios. Já …

A zombaria dos conterrâneos

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Debandada das cabras e ovelhas!

Próxima reunião de Chixe e Nanixe

Um rebanho na autoestrada

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Espalhou-se a novidade das caganitas

A zombaria dos conterrâneos

Chixe e o amigo Nanixe

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Chixe e o amigo Nanixe - Está decidido, vamos à capital
Um rebanho na autoestrada

Interrupção das conversas e deliberações

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Nanixe e o caso do Chixe - novo agendamento de reuniões!

Chixe e o amigo Nanixe

Cura da ressaca de Chixe e Nanixe

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Cura da ressaca:
Para não dar azo a falatórios, decidiram permanecer cada qual em sua casa!

Interrupção das conversas e deliberações

Nanixe e Chixe e o azedume das azeitonas

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O taxista e a promessa de nunca mais transportar aqueles dois!

Cura da ressaca de Chixe e Nanixe

Arroz de queijo

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Qualquer queijo serve Num tacho, coloque-se um fio de azeite, indo a esquentar em lume brando, o mais indicado. Esmaguem-se dois dentes de alho médios com a casca e juntem-se ao azeite. A casca, com uma leve pressão de uma colher de pau, sairá pouco tempo depois com facilidade, devendo retirar-se do tacho, quando o alho estalar o suficiente.  Acrescentem-se agora alguns ingredientes. Um pouco de orégãos, piripíri em pó, uma leve pitada de caril, mexendo-se tudo com a mesma colher com que se descascaram os dentes de alho. Em seguida, acrescente-se um pouquinho de vinagre balsâmico, voltando a mexer-se. Entretanto, deverá estar já pronta a porção de água a ferver que vai cozer o arroz, na proporção de dois para um, respetivamente. Coloque-se o arroz no tacho e imediatamente a seguir, junte-se a água a ferver. Sal não será recomendado, mas meia dúzia de azeitonas descaroçadas acrescentarão valor. Resta aguardar pela cozedura. Quando a água estiver quase a sumir-se da superfície do arroz…

Situação do empreendimento das caganitas!

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Rescaldo da primeira parte da história do Nanixe e o caso do Chixe!
Nanixe e Chixe e o azedume das azeitonas

Páscoa

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Domingo de Páscoa - Visita Pascal

Parlapié no Café Central

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Assuntos de cabras e ovelhas
Situação do empreendimento das caganitas!

Agendamento das reuniões no Café Central

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Plano de trabalho a decidir no café!
Parlapié no Café Central

Chixe procura um investimento de jeito

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Qual o destino para as caganitas dos animais de Chixe?
Agendamento das reuniões no Café Central

Nanixe e o caso do Chixe

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Nanixe e Chixe, em reunião no Café Central
Chixe procura um investimento de jeito

Pão-de-Ló

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Pão-de-Ló "abatido", por Amélia Raio
Já no forno, é essencial desligar do calor o pão-de-ló antes do tempo, isto é: no momento em que o bolo se mostra quase a sair da forma, desliga-se o forno, mantendo-se este fechado por mais uns instantes. Imediatamente o pão-de-ló crescido se abate, reduzindo-se quase a metade do volume. Clique aqui para consultar a receita e o processo de confeção.

Café Central

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O Nanico e o Martinho, dono do Café Central
Nanixe e o caso do Chixe

Pardinha

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A gata pardinha Connosco se acostumou, desde pequenita, mais sua mãe e duas irmãs gatitas. Cada uma com seu jeito, olhar e mesmo cor. De quem vos conto, Pardinha de nome, é já uma gata adulta, cinzenta, com algumas nuances de brilhantes castanhos claros e um olhar de extrema ternura, apesar das andanças vadias, por aqui e por ali, sabe-se lá até onde. De manhã, sem que seja exigente na hora, presta-se atenta ao sentir da cozinha, e ali aparece, postura já bem desperta. Aproxima-se da portada de vidro num meiguinho miar, sinalizando a sua presença, repetindo três ou quatro vezes o mesmo sinal. O afago de uma palavra é o suficiente para um agradecimento bem correspondido, esticando-se na direção do fecho da porta, sabendo que dentro em breve se abrirá para o pequeno almoço: um leitinho morno a embeber uns pedacitos esmigalhados de pão de trigo. Mas antes, numa saltada ao parapeito da janela, observa atentamente a confeção rápida da sua comida, e espera com paciência até que vira costas…

Pardinha!

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A gata pardinha!

Nos céus de S. Lourenço

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Estranhos fenómenos nos céus de S. Lourenço!

A noite sorria a dois passos

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… acima da linha do horizonte Dei conta que o lugar onde me encontrava permanecia do outro lado do caminho, em traços esbatidos por ângulos de subtis inclinações. Aproximei-me às ondulações multiversais, impondo-me a hipóteses que justificariam o absurdo como se este fosse facilmente descortinável. Inquieto, humildei-me na contemplação, vislumbrando um tempo que era o mesmo, mas transformado. A partir desse momento, os esquemas que fui esboçando iniciaram um período de recomendações e, desse modo, absorvi, tanto quanto pude, sonhos de esponjas, como sempre os ouvira na infância. As comunicações entreolharam-se descentralizadas, inopinadas, e as árvores, demonstrando a sua imponência, penduleavam como nunca com brinquedos de luz por entre folhas que se permitiam cair em deambulações. Enquanto isto, o céu do Alvão dava-me a entender um breve encontro, até porque a noite sorria a dois passos, trazendo pela mão silhuetas já minhas conhecidas em escaladas para outras imaginações. Não perd…